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Uso dos aplicativos móveis cresceu 58% em 2015

Postado em: 05/01/2016, às 17:25 por Redação

Estamos mais “viciados” nos aplicativos. É o que constata a nova pesquisa mundial da Flurry sobre consumo dos apps. O uso dos apps mobile cresceu de 58% em 2015 em relação ao ano anterior, sendo que 40% deles foram feitos por usuários antigos. O número de usuários que passaram a consumir mais aplicativos é alto se comparado com os últimos anos, 20% em 2014 e 10% em 2013.

Das áreas que mais tiveram crescimento, os apps de “personalização” se destacam com um aumento de 332% em 2015. De acordo com a análise, os usuários aderiram mais aos aplicativos de emojis e configurações de tela para serem usados em conversas no WhatsApp, Facebook Messenger, Line e Snapchat.

Outro setor com desempenho na casa dos três dígitos foi o dos aplicativos de “notícias e revistas”. Com 141% de aumento em relação a 2014, eles demonstraram uma mudança do consumo de conteúdo e notícias das TVs e PCs para smartphones e phablets.

Os aplicativos de produtividade aparecem com 119% de crescimento em 2015 ante 2014. A Flurry acredita que o principal motivo para o crescimento é a utilização de handsets como principal dispositivo dos estudantes do ensino médio e superior, pois a maioria utilizaria apps de e-mail e documentos como Gmail, Google Docs, Quip, Slack e Microsoft Office.

No entanto, o “sinal vermelho” acende para os games. O consumo de jogos em dispositivos móveis recuou 1% quando comparado ao cenário do ano anterior, mas eles podem ter uma oportunidade de crescer por meio de novos conteúdos para os phablets.

Phablet, o fator dominante

A categoria de celular com telas acima de 5,5 polegadas é considerada promissora pela pesquisa. Ela foi que mais cresceu em tempo de uso entre os dispositivos móveis, 334%, bem superior a média de 117% de tablets e smartphones de telas pequenas, médias e grandes;  além de responder por 27% dos handsets vendidos no período de festas. 

Segundo a Flurry , o phablet deve se tornar o fator dominante da indústria mobile a partir do 1º trimestre de 2017, com 52% dos aparelhos no setor, seguido por 29% dos smartphones de tela média e pequena. Um dos principais fatores para o seu desenvolvimento deverá ser a adoção dos telefones de tela grande e seus apps por empresas de TV por assinatura.

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