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Playboy do Brasil registra 900 mil vendas de conteúdo móvel no primeiro tri

Postado em: 05/06/2013, às 09:46 por Fernando Paiva

A Playboy do Brasil registrou entre janeiro e março deste ano 900 mil vendas em interfaces móveis, incluindo vídeos, wallpapers, dicas por SMS e assinaturas semanais e mensais de conteúdo adulto. Se mantido esse ritmo, serão 3,6 milhões de vendas no ano, o que representará um crescimento de 33% em relação a 2012, quando foram registradas 2,7 milhões de vendas. A empresa não divulga a receita com conteúdo móvel, mas reconhece que ainda é pequena frente àquela proveniente da TV por assinatura, onde atua como programadora de seis canais de conteúdo adulto (Sexy Hot, For Man, Playboy TV, Sextreme, Venus e Private). A Playboy do Brasil é uma joint-venture formada em 2007 entre a Globosat e a Playboy TV América Latina e, apesar do nome, não tem vínculo direto com a revista Playboy, da editora Abril.

Em mobilidade, a Playboy do Brasil trabalha com seis marcas: Sexy Hot, For Man, Ninfetas Atrevidas, Maduras Safadas, Amigas Ardentes e seu mais novo lançamento: Só Anal. O conteúdo é distribuído através dos portais WAP das quatro maiores operadoras móveis em atividade no Brasil, com divisão de receita com elas. A maioria dos usuários usam feature phones. Para se adaptar ao avanço dos smartphones, a empresa está começando a oferecer streaming de vídeo em algumas operadoras, como Claro e Oi. E está em estudo a possibilidade de criar um projeto de TV Everywhere, tendência que vem sendo adotada por outros canais da Globosat, como Multishow e GNT. "Hoje o celular é um campo de provas para a gente. Como não dependemos do mobile, estamos experimentando", explica Maurício Paletta, diretor da Playboy do Brasil.

Na TV, a audiência dos canais da Playboy do Brasil é dividida meio a meio entre homens e mulheres, enquanto no site é predominantemente masculina. A empresa ainda não realizou nenhuma pesquisa para conhecer o perfil do seu usuário mobile. Perguntado por que as pessoas compram conteúdo adulto no celular se há tanta oferta gratuita na Internet, o executivo respondeu: "O celular é mais pessoal. E tem a questão da privacidade e da segurança. No universo gratuito há muitos riscos de segurança".

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