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Google Fit usa a simplicidade e dispensa wearables

Postado em: 06/11/2014, às 12:37 por Bruno do Amaral

Um dos recursos mais festejados pela Apple no iOS 8 é o HealthKit, conjunto de APIs que permite que aplicativos e dispositivos vestíveis interajam com o iPhone, que exibe as informações no app Saúde. Não muito depois, o Google lançou sua versão, o Fit, por enquanto exclusivo para Android. A proposta, no entanto, é bem mais simples: tornar-se o centro de monitoramento de atividades físicas do usuário, interagindo com wearables, mas, não necessariamente, precisando de um para funcionar.

A simplicidade está em tudo: no design, nas animações e até nas configurações do app. Contrário ao programa da Apple, que tem possibilidade de colocar uma infinidade de dados além de atividades físicas (como nutrição, resultados de exames e sinais vitais), o do Google permite adicionar apenas o tipo de atividade e peso. Isso seria ótimo, não fosse a falta de um contador de calorias, que seria bem-vindo mesmo sendo necessário o input manual dessas informações.

Mas a interface do Fit é muito mais intuitiva e fácil de visualizar, sobretudo se o usuário quiser checar as informações ainda durante a atividade física. Outro grande ponto positivo dele é que o app não necessita de um chip especial de movimento para registrar passos, como no caso do iPhone (o que limita o Saúde a ser utilizado apenas no 5S em diante). O Google utiliza apenas o giroscópio, acelerômetro e GPS para registrar os passos, ainda que sem tanta eficácia: em um teste, o Fit registrou (em um Moto G de segunda geração) 9.817 passos em seis horas, contra 11.656 no Saúde (em um iPhone 5S).

A falta de precisão pode até ser algo grave para quem costuma fazer atividades aeróbicas, mas não precisar de um wearable – ou, sem meias palavras, mais uma eletrônico para nos preocuparmos. De qualquer forma, ele se integra a qualquer dispositivo vestível compatível com o Android, o que pode trazer a precisão que faltava. E a interface é bem superior ao aplicativo LifeStyle da Sony, por exemplo. O que leva a pensar que seria mais um aplicativo do Google que seria bem-vindo ao iOS. Quem sabe, em breve?

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