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2,3 mil apps de pirataria musical foram removidos em 18 meses no mundo

Postado em: 06/12/2012, às 13:47 por Fernando Paiva

A pirataria musical invadiu o mundo da mobilidade. Em apenas 18 meses, desde que começou um trabalho de varredura nas principais lojas de aplicativos móveis (Google Play, Apple App Store, Nokia Store e Windows Phone Marketplace), a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) já conseguiu remover 2,3 mil apps que permitiam o download de músicas de forma ilegal. E há ainda milhares de outros casos em que foi feita a notificação, mas ainda se aguarda a remoção.

Cerca de de 80% dos apps piratas foram encontrados na Google Play. A loja de aplicativos para smartphones Android adota uma política de publicação de apps bastante aberta. Em compensação, se é fácil e rápido publicar um app pirata nela, o mesmo acontece na hora de removê-lo: a Google Play é a mais ágil no processo da retirada. Na App Store, da Apple, o processo é mais lento: demora de um a dois meses. "O ambiente mobile é novo, nem tudo está pronto. Na Internet retiramos 15 milhões de links por ano no mundo. A remoção acontece em poucas horas", relata Paulo Batimarchi, coordenador antipirataria da IFPI para América Latina.

A entidade agora está começando a notificar diretamente os desenvolvedores móveis responsáveis pelos apps, e não mais apenas as lojas de aplicativos. Batimarchi se queixa que há adnetworks móveis que possuem apps piratas em seu inventário. E muitos anunciantes expõem suas marcas nesses apps, talvez até mesmo sem saber que se tratam de apps de pirataria musical. Para tentar coibir essa prática, a IFPI firmou parceria com o Mobile Entertainment Forum (MEF), que vai orientar seus associados sobre o problema. Batimarchi foi um dos palestrantes esta semana do MEF Americas 2012, em Miami.

O executivo aproveita para esclarecer um ponto importante: "não estamos falando de pirataria peer-to-peer (P2P), mas de gente que faz dinheiro com pirataria". Ele afirma que na web, sites piratas de pequeno porte conseguem faturar entre R$ 2 mil e R$ 20 mil por mês. E aqueles com alcance global registram receitas mensais na casa dos milhões de dólares – geralmente seguindo o modelo de publicidade.

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