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IgnitionOne começa a oferecer campanhas móveis no Brasil

Postado em: 09/01/2015, às 08:57 por Fernando Paiva

A IgnitionOne, empresa norte-americana que se posiciona como um hub de marketing digital, começou a oferecer no fim do ano passado no Brasil a opção de publicidade móvel, ou seja, de exibir anúncios nas telas dos celulares de consumidores brasileiros. A empresa prevê que entre 10% e 15% da sua receita no País este ano virá de mobilidade, diz Edmardo Galli, diretor da IgnitionOne no Brasil.

Uma das apostas do executivo está no uso de segmentação por localização para a criação de campanhas móveis mais agressivas, cujo objetivo é conquistar o consumidor que esteja dentro ou perto de uma filial do concorrente. Através da plataforma da IgnitionOne, é possível delimitar em um mapa áreas onde as pessoas são impactadas por banners do anunciante dentro de seus aplicativos e sites móveis. Conhecida como "conquest", a prática é comum nos EUA, sendo usada concessionárias de carros, postos de gasolina, restaurantes, dentre outros setores, diz Galli.

"Podemos determinar um quarteirão, ou um prédio, ou um shopping para geotargeting. O "conquest" é uma forma mais agressiva de marketing, pois visa impactar pessoas na loja do concorrente", explica. Para ver o anúncio, o consumidor precisa estar com algum app ou site móvel aberto cujo inventário de publicidade esteja conectado a alguma ad network parceria da IgnitionOne. Ou então, se tiver o app do anunciante instalado, pode receber a mensagem via notificação push.

Outra novidade da IgnitionOne em mobilidade é o desenvolvimento de uma solução própria para monitoramento de consumidores em múltiplos aparelhos (cross device tracking), sem o uso de cookies. O sistema foi batizado de "mobile assist" e está sendo lançado nesta semana. "O mobile sempre foi uma dificuldade porque não funciona bem com cookie. Nem sempre a gente conseguia identificar o mesmo usuário. Agora temos tecnologia para isso,  mesmo sem cookies. Os usuários deixam rastros, como o device que usam, os sites que costumam visitar… e os algoritmos conseguem identificá-los a partir disso", explica.

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