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Voz sobre 4G deve ser lançada no Brasil no segundo semestre de 2016

Postado em: 18/11/2015, às 16:25 por Fernando Paiva

Serviços de voz sobre as redes 4G (LTE) estão sendo testados pelas operadoras brasileiras e devem ser lançados comercialmente no País entre a segunda metade de 2016 e o começo de 2017. Essa é a expectativa da empresa neozelandesa OpenCloud, que construiu uma plataforma para ajudar na adaptação dos atuais serviços suplementares de voz para utilização em 4G.

"Nós prevemos um movimento global das operadoras na direção da virtualização das redes, que serão cada vez mais baseadas em software, e o Brasil estará na vanguarda disso na América do Sul. Essa transformação tecnológica abrirá a porta para uma nova categoria de fornecedores de soluções de software, diferentes dos fabricantes tradicionais de infraestrutura", explica Chris Haddock, gerente de alianças e desenvolvimento de negócios da OpenCloud.

Hoje, as chamadas de voz no Brasil ainda trafegam pelas redes 2G e 3G, mesmo em locais onde as operadoras possuem cobertura 4G. Para que a voz trafegue em LTE, a tele precisa realizar alguns investimentos no núcleo da sua rede. A vantagem do VoLTE, como é chamada a voz sobre 4G na sigla em inglês, é que a chamada passa a ser IP do começo ao fim, o que proporciona uma qualidade de áudio de alta definição e uma maior velocidade em completar uma ligação, que passa a ser praticamente automática.

O problema é que vários serviços suplementares de voz existentes hoje, como PABX virtual, linhas 0800, redirecionamento de chamadas, videochamadas, dentre outros, precisam ser adaptados para o funcionamento em VoLTE. Isso pode representar um custo alto de desenvolvimento dependendo do contrato que a operadora tenha com o fornecedor da sua rede 4G, além de levar muito tempo. A plataforma da OpenCloud permite que a própria equipe de TI da operadora, ou algum desenvolvedor de fora por ela contratado, construa rapidamente a adaptação desses serviços a um custo mais baixo que a média dos fornecedores tradicionais, segundo a companhia. "O ambiente que criamos é mais alinhado ao mundo de TI e à forma como os players OTT trabalham, o que permite às teles modificar com velocidade o seu roadmap de serviços de maneira a combater ameaças competitivas", resume o executivo.

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