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Ecommerce ou mobile commerce: qual é a melhor opção?

Postado em: 19/01/2015, às 16:44 por Marck Krauze, da ezmall

A cada dia novas tendências são discutidas incansavelmente em todo o planeta. Com o mobile commerce não é diferente. São diversas questões envolvidas, mas principalmente: como será o futuro? Vai funcionar? As pessoas estão preparadas? O que mais falta para que ele se torne verdadeiramente realidade?

De acordo com levantamento recente, realizado pelo PayPal, as compras online realizadas em dispositivos móveis cresceram 50% em 2014, em comparação com 2013, movimentando R$ 7,3 bilhões. Isso quer dizer que o mobile commerce é um caminho sem volta. Mas qual é o mapa certo para seguir e não ter desapontamentos lá na frente?

Para entendermos, primeiro é importante avaliar o cenário: o mundo digital está expandindo cada vez mais, pois o número de smartphones não para de crescer. Segundo estudo realizado pela GSM Association sobre a América Latina, o Brasil tem a quinta maior base de smartphones do mundo, com 89,5 milhões de unidades comercializadas até setembro deste ano. Não é de se espantar. Para onde olhamos, vemos pessoas conectadas e buscando informações o tempo todo. E não são apenas jovens: adultos de todas as faixas etárias possuem aparelhos modernos.

Diante disso, o mundo digital é uma realidade de mão única. As pessoas saem, por exemplo, sem guarda-chuva em dias chuvosos, mas não esquecem seus celulares por nada. Porém, no caso do varejo, o digital deve andar de mãos dadas com as estruturas físicas.

O mobile commerce é a próxima geração do varejo e, dessa forma, o passo seguinte é diminuir a estruturação do ecommerce. Parece absurdo, mas é algo muito simples e que começará a funcionar em breve. Uma loja pode usar o mobile commerce em conjunto com a operação física, reduzindo logística, otimizando a entrega e retirada de produtos e de dinheiro, capital de giro, simplesmente usando a estrutura das lojas, já que o consumidor, sempre ávido por buscar produtos, irá demandar ainda mais rapidez e conveniência.

Por exemplo, uma grande marca de moda infantil, que só trabalha com lojas físicas, quis implementar o ecommerce nacionalmente, porém, precisava ter todos os números de grade nos produtos, centro de distribuição, pessoas para cuidarem da logística etc. Com o mobile commerce e ferramentas próprias para isso, o cliente simplesmente entra em seu dispositivo mobile, encontra o produto, faz a compra e a loja da cidade de moradia da pessoa envia o produto para ela. Isso tudo otimiza a entrega, a estrutura e, obviamente, reduz os custos.

Esse processo integrado contribuirá para que as lojas físicas voltem a ter importância, uma vez que os canais são essenciais entre si. Não acredito que a experiência de compra acabe, pois isso é como uma mágica, principalmente quando falamos em moda.

Os multicanais do varejo, ou seja, lojas física, eletrônicas ou mobile são de fato complementares e não excludentes, por isso é fundamental que o segmento saiba trabalhar. É uma via sem volta e quem não estiver preparado para ingressar nesse mundo perderá espaço.

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