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Proteste não detalha, em ofício, falhas pelas quais pede providência

Postado em: 22/01/2016, às 16:51 por Bruno do Amaral e Samuel Possebon

Um documento da associação de consumidores Proteste enviado à Anatel e às quatro maiores operadoras (Claro, Oi, TIM e Vivo) nesta semana questionou a ocorrência de usuários que recebem ligações em seus celulares com a identificação mostrando "seu próprio número" ou simplesmente como número desconhecido, mesmo que se tenha o contato salvo. De acordo com a entidade, as situações decorrem de "falhas operacionais" e isso estaria penalizando o consumidor, que fica "sem a oportunidade sequer de retornar a ligação, causando assim transtorno em suas relações profissionais e pessoais". Diz ainda que isso se caracteriza em "descumprimento contratual em decorrência de falha na prestação de serviços". O problema levantado pela associação serviu de base para que a entidade de defesa do consumidor pedisse providências à agência esta semana, conforme noticiado aqui. Acontece que o ofício enviado à agência e às empresas não traz nem os números que teriam sido afetados, ou uma análise quantitativa das falhas, em que circunstâncias elas aconteceram ou a descrição mais precisa do problema. Não é, portanto, fruto de um estudo ou de um levantamento com critérios, como outros já realizados pela entidade.

Procurada por este noticiário para questionar a metodologia e o levantamento para a queixa, a advogada e coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci, que assina o ofício, afirmou que a associação teria recebido "vários casos" relatando o ocorrido, mas que os usuários acabam não procurando as operadoras para reclamar para não ter que lidar com o call center. "São pessoas diferentes, com celulares diferentes. Não é a configuração do aparelho", defende ela.  "Está havendo um problema, não sei exatamente qual, mas é uma falha das operadoras." No questionamento enviado à Anatel e às teles, não há registros ou documentação das ocorrências. A Proteste declara que, mesmo que não haja conhecimento suficiente do problema por parte das operadoras e da agência, isto não as exime de responsabilidade. Segundo Maria Inês Dolci, a entidade ainda não obteve uma resposta.

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