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NTT Data quer ser TSM para pagamentos móveis no Brasil

Postado em: 28/05/2013, às 15:08 por Fernando Paiva

A NTT Data, subsidiária de TI da NTT, está de olho no mercado brasileiro de pagamentos móveis, especialmente aquele de serviços via NFC (Near Field Communications), tecnologia de comunicação por aproximação. A empresa quer vender aqui a sua plataforma de TSM (Trusted Service Manager), novo elemento nessa cadeia de negócios, que faz a ponte entre teles e bancos. Como argumento para atrair seus clientes em potencial, a NTT Data apresenta a sua experiência de sucesso no Japão.

"Fomos os primeiros a ter um TSM comercial, que hoje representa talvez a maior implementação de NFC do mundo", comenta Hamilton Port, vice-presidente de telecomunicações e mídia da NTT Data no Brasil. Ele se refere à FeliCa, solução de m-payment japonesa, em uma parceria com a DoCoMo e com a Sony, que processa dezenas de milhões de transações mensalmente.

Cabe ao TSM gravar os dados de uma aplicação NFC e dos cartões de crédito do usuário final em seu SIMcard ou diretamente na memória do smartphone (onde quer que esteja instalado o chamado "elemento seguro"). É possível que haja vários TSMs operando simultaneamente, alguns do lado das operadoras celulares, outros do lado dos bancos. Fabricantes de SIMcard, como Gemalto e G&D, têm plataformas de TSM e começam a fechar os primeiros contratos com operadoras móveis. Enquanto isso, a Visa faz o mesmo movimento do lado de instituições financeiras e conseguiu um recente acordo mundial com a Samsung. A NTT Data, por sua vez, aposta não apenas na sua experiência na Ásia, mas também na sua neutralidade dentro do ecossistema de pagamentos móveis, o que pode ser uma vantagem: a empresa atende tanto bancos quanto operadoras de telecomunicações.

A NTT Data opera hoje em mais de 35 países, resultado de uma expansão internacional iniciada há dez anos e que incluiu a aquisição de 150 empresas, inclusive duas no Brasil, onde tem 800 funcionários e atende a três verticais (telecom, finanças e manufatura). "Agora estamos unificando processos e sinergias internacionalmente. A meta é ter uma NTT Data única e global", comentou Port.

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