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Escelsa abre terreno

Postado em: 20/11/1997, às 00:30 por Redação

O consórcio Magistra Participações, que é liderado pela Escelsa (companhia energética do Espírito Santo, controladora da empresa TVix, que pretende entrar no negócio de TV por assinatura), comprou nesta quarta, dia 19, o controle da Enersul (Concessionária de Energia Elétrica do Mato Grosso do Sul) por R$ 625,555 milhões em leilão de realizado na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. O ágio foi de 83,80% sobre o preço mínimo de R$ 340,346 milhões. A compra corresponde a 76,53% do capital votante da empresa. Com isso, abre-se para a Escelsa um novo campo para a disputa de editais de TV por assinatura. Segundo fontes ligadas à Escelsa, a empresa tem por princípio básico só entrar no negócio de TV por assinatura onde houver a possibilidade de sinergia com a atividade de distribuição de energia elétrica. Isso já acontece no Estado do Espírito Santo, onde a Escelsa já criou a TVix, subsidiária que deve atuar no setor. Com a compra da Enersul, a possibilidade de sinergia no Mato Grosso do Sul também é grande, o que faz com que a empresa naturalmente passe a estudar o estado para TV paga. Não necessariamente será a TVix quem cuidará dos interesses da Escelsa em TV por assinatura no Mato Grosso do Sul. Outra subsidiária pode ser criada para este fim. As fontes acreditam que haja tempo suficiente para todos os estudos necessários à entrega de uma proposta para os editais em Campo Grande ou Dourados (as duas cidades do estado que estão sob licitação), já que o prazo vai até janeiro. A Escelsa já teve a oportunidade de conhecer o sistema de transmissão de dados e telefonia via rede de distribuição de energia elétrica que está sendo testada pela Nortel e pela UK Utilities (uma das concessionárias de energia do Reino Unido). A tecnologia é bastante interessante e está sendo avaliada pela empresa, segundo as fontes ouvidas, mas para ser implementada ainda depende de uma desregulamentação das telecomunicações e de algumas adaptações na rede elétrica, que no caso da Escelsa ainda não tem, por exemplo, como garantir o isolamento de um sinal de telecomunicação em sua rede elétrica.

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