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Limites para a Embratel
quinta-feira, 12 de março de 1998 , 22h00 | POR REDAÇÃO

O governo quer evitar experiências negativas ocorridas em outros países, onde a operação internacional foi transferida para o país onde fica a sede da empresa operadora. É o caso da Argentina, com a Telefónica de España, que faz passar todas as suas ligações internacionais via Madri. O contrato de concessão da longa distância internacional de quem comprar a Embratel prevê a necessidade de aprovação por parte da Anatel de qualquer alteração na estrutura de comunicações internacionais do país. Também deverá ser objeto de acompanhamento da Anatel, que poderá impor limites, os "accouting rates". Qualquer alteração na estrutura nas rotas de fibras óticas no país dependerá de prévia aprovação da agência. Além disso, a concessionária se obrigará a expandir a rede nacional de fibras óticas interligando todas as capitais do país até o final de 2003.

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