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Universalização não é prejuízo
terça-feira, 17 de fevereiro de 1998 , 18h30 | POR REDAÇÃO

Para o conselheiro Antônio Valente, esse raciocínio não é correto. "Universalização não é prejuízo. É preciso considerar que ao oferecer telecomunicações, a empresa estará criando mercado e oportunidades para ter lucro". Além disso, diz Valente, "os telefones públicos no Brasil têm uma função social muito diferente, e sem dúvida muito mais importante do que em um país do primeiro mundo, como a Suíça. Lá, o telefone público atende a necessidade de um visitante ou de um passante na rua. Aqui, em muitos lugares, o telefone público é a única maneira que uma pessoa tem de chamar uma ambulância".

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