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Lucro da EDS cresce 34% no segundo trimestre

Postado em: 01/08/2007, às 21:43 por Redação

A EDS encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de US$ 143 milhões, um aumento de cerca de 34% em relação aos US$ 107 milhões registrados no mesmo período do ano passado. A receita da companhia no trimestre cresceu 5%, de US$ 5,19 bilhões para US$ 5,45 bilhões. Excluindo o impacto das flutuações do dólar, aquisições e venda de ativos, o incremento da receita no trimestre, em base orgânica, foi de 1%.

A margem operacional foi de 4,3%, em bases ajustadas, contra 2,9% em igual período do ano passado. O fluxo de caixa foi de US$ 156 milhões, ante US$ 362 milhões no mesmo trimestre de 2006. A diferença de valor, segundo a EDS, foi decorrente de dois grandes pagamentos de clientes realizados no segundo trimestre do ano passado.

?A EDS continuou a fazer progressos operacionais significativos no segundo trimestre?, disse o presidente e CEO da EDS, Mike Jordan. ?A receita e os lucros foram sólidos e se mantiveram no ritmo esperado para conseguirmos alcançar nossa meta para o ano.? Segundo ele, em conseqüência das exigências de capital para novos negócios e do investimento intensivo para atualização e automação dos recursos, o fluxo de caixa livre da EDS para o ano agora estará muito provavelmente na ordem de US$ 900 milhões a US$ 1 bilhão.

De acordo com Jordan, no segundo trimestre a EDS assinou contratos de US$ 4,3 bilhões, ante US$ 5,4 bilhões no mesmo período do ano passado. Somente seis desses contratos ultrapassaram os US$ 100 milhões, assinados com empresas de comunicações, na área governamental, de serviços financeiros e da indústria de consumo, incluindo um contrato de US$ 1 bilhão, em oito anos, com a empresa alemã KarstadtQuelle AG, de venda de pacotes de turismo, para a prestação de serviços de TI e desenvolvimento de aplicações.

Na quebra da receita por região geográfica, a região das Ampericas respondeu por US$ 2,57 bilhões, uma queda de 2% na comparação com o trimestre anterior. O lucro operacional foi de US$ 374 milhões, um recuo de 8% em relação aos US$ 408 milhões registrados nos três primeiros meses do ano.

Já a região chamada de Emea (Europa, Oriente Médio e África) contribuiu com US$ 1,63 bilhão da receita, o que representou um ligeiro crescimento de 1% na comparação com o trimestre anterior. O lucro operacional, porém, foi de US$ 243 milhões, alta de 10% em relação aos US$ 221 milhões obtidos nos três primeiros meses do ano.

A região da Ásia-Pacífico registrou receita de US$ 445 milhões, um incremento de 26% na comparação com o período de janeiro a março. O lucro operacional, contudo teve uma queda de 16%, recuando dos US$ 37 milhões obtidos no trimestre anterior para US$ 31 milhões.

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