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Consumidores dizem que não pagariam por conteúdo on-line

Postado em: 04/01/2012, às 16:50 por Redação

Nos últimos anos, aumentou o desejo dos consumidores no mundo todo pela adoção de novas tecnologias e modelos de negócios. Segundo pesquisa global sobre Consumidores e Convergência da consultoria KPMG, 66% dos entrevistados disseram estar dispostos a transformar seus celulares em “carteira de dinheiro”. No levantamento de 2008, 50% dos entrevistados afirmaram que não se sentiam muito confortáveis com o uso do mobile payment, como também é conhecida a transação de pagamentos pelo celular.

O estudo também constatou que quintuplicou no número de pessoas que preferem usar seus celulares e smartphones para ler notícias, navegar na internet e fazer compras. Além disso, houve uma queda em relação ao uso da televisão, com 51% dos entrevistados agora preferindo assistir TV e filmes on-line em seus computadores, e 24%, em seus smartphones.

Ainda que se digam felizes por adotar novas tecnologias, os consumidores demonstraram estar cada vez mais resistentes em pagar por serviços e conteúdos on-line associados. Aumentou o uso de modelos gratuitos, sendo que 73% dos entrevistados confessaram não querer pagar pelo acesso a conteúdo on-line, contra 57% no ano passado. 

A KPMG destaca que quase 50% dos consumidores na região da Ásia-Pacífico, no entanto, se mostraram mais propensos a pagar pelo acesso a um site caso a informação fosse importante e não estivesse disponível em outros lugares, representando quase o dobro em relação às Américas e à Europa.  Há uma oportunidade substancial, no entanto, em relação a dados pessoais e de uso, à medida que, de modo surpreendente, os consumidores revelem maior aceitação de permitir o rastreamento de seus dados.

Os consumidores da região Ásia-Pacífico também estão um pouco mais inclinados a ser monitorados, seguidos pelas Américas e, em terceiro, pela Europa. A maioria dos consumidores de todas as regiões prefere a publicidade personalizada. Para prestadores de serviços de telecomunicações, telefonia celular e internet, a mensagem é clara: os fatores preponderantes na escolha ou na mudança de fornecedor são preço (77%) e qualidade do serviço (78%), em oposição à escolha do dispositivo (54%) e conteúdo ou serviços exclusivos (49%).

O futuro do varejo on e off-line

Nas três regiões, as compras on-line parecem estar superando consideravelmente as das lojas de varejo para determinados produtos e serviços. Em relação à compra de CDs, DVDs, livros e jogos de videogame, 76% dos consumidores das Américas demonstraram-se mais propensos a procurar lojas virtuais em vez de lojas físicas, 67%, na região da Ásia-Pacífico e 55%, na Europa. Cerca de 70% dos consumidores das Américas e da Ásia-Pacífico tendem a comprar passagens aéreas e pacotes de viagens on-line, contra 61% de europeus.

A rápida adoção de smartphones também está representando um papel fundamental nas mudanças na experiência do consumidor no universo do varejo. Mais de 38% dos consumidores usaram seus smartphones em lojas de varejo para acessar cupons, enquanto 20% os usaram para escanear códigos QR (QR codes).

Apesar da tendência de adotar novas tecnologias, bem como a surpreendente disposição dos consumidores em ter seus dados pessoais rastreados, a pesquisa mostrou novamente que, a barreira mais significativa para os novos modelos digitais ainda é a preocupação relacionada à segurança e privacidade dos dados.  O número de pessoas que se preocupam com esses assuntos cresceu de 75% para 90%. Curiosamente, também, a pesquisa revela uma mudança notável nas empresas em que os consumidores confiam para gerir seus pagamentos on-line, sugerindo que o “fator confiança” desempenha um papel muito mais importante do que nunca para o futuro do comércio eletrônico e das transações de pagamento.

Quando questionados sobre em quem mais confiavam em relação aos seus dados de pagamento, 56% dos consumidores mencionaram sua instituição de serviços financeiros, 30% mencionaram sites de pagamento seguro (como o PayPal), 7% mencionaram seus revendedores e 6% mencionaram seu prestador de serviços de internet.

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