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Dispositivos móveis versus novas formas de ataques

Postado em: 04/01/2012, às 10:54 por Redação

Com a popularidade dos equipamentos eletrônicos, os computadores e os novos dispositivos móveis prometem ser os itens mais desejados entre os presentes de final de ano. Esses objetos de desejo, contudo, igualmente despertam o interesse de criminosos virtuais. Os cibercriminosos ampliaram seu foco de ação, tendo como alvo esses equipamentos eletrônicos e suas plataformas operacionais.
Estudo realizado pelo McAfee Labs aponta crescimento no número de malwares direcionados a dispositivos móveis e sistemas operacionais, ao mesmo tempo em que as ameaças a computador continuam a aumentar. Porém, apesar desse cenário, a boa notícia é que, tomando as devidas medidas de segurança e precaução, é possível proteger esses equipamentos e mantê-los seguros.
Por isso, é importante que os consumidores tenham em mente que as ameaças voltadas a dispositivos móveis estão em ascensão, e a plataforma Android tem sido a mais visada até o momento, cujos ataques voltados a esta plataforma aumentaram em 76% nos últimos três meses.
Entre as principais ameaças estão os aplicativos mal-intencionados. Portanto, cuidado com a instalação de aplicativos de terceiros, que podem infectar celulares, smartphones ou até mesmo compartilhar informações pessoais. Como medida preventiva, consulte outros usuários antes realizar o download de um aplicativo e obtenha informações sobre as políticas de privacidade.
Um levantamento feito nos Estados Unidos apontou que 113 telefones celulares são perdidos por minuto. Assim sendo, é imprescindível proteger as informações contidas nesses equipamentos, por meio de uma solução que permita realizar backup e restaurar as informações ou bloquear e apagar remotamente os dados no dispositivo, caso ele seja roubado, e ainda contar com um recurso de localização do aparelho.
Marcas cobiçadas como Apple, que produz equipamentos como iPad, iPhone e iPod touch têm levado ao aumento das ameaças. Até o final do ano de 2010, havia 5 mil malwares direcionados à plataforma Mac e os mesmos aumentaram por mês em 10%. Em vista disso, é importante adquirir uma solução de segurança contra ameaças virtuais, bem com evitar armazenar nesses equipamentos informações pessoais, como senhas e números de contas.
É importante que o consumidor transfira as práticas de proteção recomendadas do PC para os novos dispositivos. Como medida preventiva, considere a instalação de um software de segurança desenvolvido para Mac, já que mais ameaças estão sendo direcionadas a essa plataforma. No caso do novo iPad, o consumidor pode optar por conferir os serviços MobileMe da Apple, que dispõem de diversas ferramentas para sincronizar, fazer backup e proteger seus dados.
Prefira um produto que ofereça recursos remotos de localização, limpeza e restauração em caso de perda. Ao utilizar o dispositivo em uma rede sem fio, o consumidor deve ter a certeza de que a rede é segura, para evitar roubo de dados. Como esses equipamentos permitem acesso à Internet, os pais devem configurar controles e instalar filtros para evitar que seus filhos acessem conteúdo adulto.
No caso dos computadores e notebooks, certifique-se de que esses equipamentos possuam um software de segurança abrangente, que inclua antivírus com computação em nuvem, firewall bidirecional, antispyware, antiphishing e recursos de pesquisa segura. Níveis adicionais de proteção incluem antispam, controle dos pais, proteção de rede sem fio e proteção antirroubo que criptografa documentos financeiros confidenciais.
Esse cuidado também vale para os dispositivos removíveis. Considere a utilização de uma unidade USB com recurso de criptografia para gravar suas informações, assim elas não poderão ser lidas, caso o dispositivo seja roubado ou perdido. Mantenha os dispositivos de armazenamento removíveis sob sua vista, já que são pequenos e podem ser facilmente roubados.
Em recente pesquisa global, usuários domésticos de Internet estimaram que seus ativos digitais, como fotos, contatos e entretenimento valiam aproximadamente 37 mil dólares. Não se arrisque a perder fotos pessoais importantes, trabalhos criativos em progresso ou informações financeiras. Leve em conta a aquisição de um produto que ofereça recursos de backup e restauração de dados, além de segurança avançada em caso de perda.
Pesquise e compre de forma segura. Para evitar navegar por sites mal-intencionados, certifique-se de usar uma solução que informe quais sites são seguros e quais são arriscados. Ao fazer compras, procure pelo selo de confiança McAfee Secure que indica que o site passou pelo rigoroso teste de vulnerabilidades, e verifique as políticas de segurança e de privacidade da loja on-line antes de comprar.
Outro tema que merece atenção são os scarewares ou softwares de antivírus falsos, que induzem os usuários a acreditar que seus computadores podem estar infectados para fazê-los comprar um software de antivírus falso e informar seus dados pessoais e financeiros, geralmente por meio de pop-ups. De acordo com pesquisas, o número de scarewares cresceu em 600% de 2008 a 2010, e estima-se que eles atinjam um milhão de vítimas por dia.
No caso de famílias com filhos pequenos ou adolescentes é importante estar atento às atividades on-line deles. Em função disso, mantenha o computador em uma área comum, discuta quais informações são apropriadas para o compartilhamento on-line e quais não são, como endereços, telefones e outras informações particulares, e utilize uma ferramenta de filtragem de conteúdo da Web para evitar que seus filhos acessem conteúdo inapropriado.
No caso de um novo dispositivo de jogos ou entretenimento, como Nintendo Wii, 3DS, Playstation 3 e Xbox 360, saiba que esses dispositivos são conectados à Internet e vulneráveis às mesmas ameaças que os PCs. Alguns jogos permitem que as crianças joguem com estranhos, portanto, recomenda-se aos pais que considerem ferramentas de monitoramento das atividades dos filhos.
Todas estas dicas são simples, fáceis e fazem toda a diferença quando o objetivo principal é proteger cada vez mais o mundo digital dos consumidores.
Sergio Oliveira, diretor da área de Consumer da McAfee para América Latina

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