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ComQualidade espera capacitar 200 empresas até 2008

Postado em: 04/04/2006, às 18:12 por Redação

Foi lançado nesta terça-feira, 04/04, em São Paulo, o programa ComQualidade ? Compromisso com a Qualidade de Software e Serviços, resultado de um convênio assinando entre o Instituto de Tecnologia de Software (ITS) e a Fundação Vazolini. O programa tem o objetivo de ajudar as empresas nacionais a melhorem seus processos de desenvolvimento para competirem no mercado global.

?O ComQualidade tem a missão de fortalecer a indústria brasileira de software e preparar as empresas para o mercado global?, informa Descartes De Souza Teixeira, diretor do ITS.

Ele observa que as exigências para exportação de software aumentaram e que as empresas estão sendo cada vez mais pressionadas a adotarem práticas internacionais de qualidade em todo o ciclo de desenvolvimento das aplicações.

O ComQualidade vai oferecer consultoria e treinamento para qualificar as empresas no modelo internacional CMMi do Software Engineering Instituto (SEI) e MPS.BR, programa da Softex para Melhoria de Processo de Software Brasileiro.

Como os custos para adequações das normas de qualidade são altos e exigem investimentos das desenvolvedoras, o ITS e a Vanzolini vão, num primeiro momento, tentar preparar as empresas para adequação ao modelo nacional.

O MPS.BR não tem validade no mercado internacional, mas encurta o caminho para chegar ao CMMi, afirma Eratóstemes Araújo, coordenador de capacitação da Softex. ?O modelo brasileiro está aderente às práticas internacionais e alinhado ao CMMi?, diz o executivo.

A vantagem do selo brasileiro, segundo Araújo, é o custo mais baixo que o do SEI, pois trabalha com consultores nacionais, que praticam preços baseados na moeda local. As empresas que adotarem os processos do MPS.BR também estarão mais aptas a cumprirem as exigências do padrão internacional.

O ITS Brasil calcula existir no Brasil cerca de 3,5 mil desenvolvedoras de software de pequeno e médio porte, que empregam até 20 funcionários e faturam 5 milhões de reais por mês. Souza espera que o ComQualidade consiga preparar 200 dessas empresas no modelo MPS.BR para exportação de software, no prazo de dois anos.

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