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Projeto de RFID do Brasil vai ser usado no exterior

Postado em: 05/04/2006, às 22:23 por Redação

O projeto piloto de etiqueta de identificação por radiofreqüência (RFID) realizado em 2005 no Brasil pelo Grupo Pão de Açúcar, CHEP, Procter & Gamble, Gillette e a consultoria Accenture vai ser utilizado em outros países onde a CHEP, multinacional dedicada à locação de paletes e contentores, mantém unidades.

A informação é do indiano Puneet Sawhney, gerente mundial da empresa para programas de RFID. ?Estou bem impressionado com as realizações de RFID no Brasil. Ainda estou para ver no mundo algo similar na cadeia de suprimento como um todo ? outros países e companhias deveriam usar esse projeto como benchmarking", disse Puneet, que esteve recentemente no país para uma palestra.

A CHEP estuda o rastreamento por radiofreqüência há cinco anos e é uma das empresas mais avançadas do mundo no uso dessa tecnologia. "O piloto brasileiro nos ensinou que a melhor forma de introduzir RFID em qualquer país é testar seus benefícios na cadeia inteira de suprimento. Nós já estamos usando o que aprendemos aqui para começar um projeto semelhante na Austrália", continuou o especialista em comunicação por radiofreqüência.

O projeto compreendeu a circulação de 1.000 paletes CHEP com etiquetas inteligentes, utilizados na movimentação de produtos da Procter & Gamble e Gillette para o centro de distribuição do Pão de Açúcar. Uma vez vazios, os paletes inteligentes retornavam para a CHEP. Todas as informações compartilhadas entre os parceiros foram sincronizadas numa base de dados comum.

Os principais benefícios foram a redução nos níveis de estoque e de ruptura, da ordem de 10%, e aumento na produtividade da força de trabalho, que variou de 3% a 12%. A etiqueta com tecnologia RFID permite localizar não só os paletes, como mercadorias por eles transportadas.

Sawhney anunciou também que o Brasil vai ser um dos primeiros países do mundo a testar a etiqueta inteligente três-em-um, produzida pelos especialistas de RFID da CHEP. Ela tem um número legível, um código de barras e uma etiqueta RFID. Todos os três itens geram o mesmo código eletrônico do produto. Segundo ele, a CHEP já aplicou essas etiquetas em todos os seus contentores para transporte a granel no mercado americano e planeja fazer o mesmo no Brasil nos próximos três meses.

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