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Mercado ilegal de desktops cresce 35% no 2º trimestre

Postado em: 05/08/2008, às 18:19 por Redação

As vendas de PCs no mercado brasileiro devem alcançar 13 milhões de unidades neste ano, o que, se confirmado, representará um crescimento de 30% na comparação com 2007. O resultado supera a estimativa de que seriam vendidos 11,7 milhões de computadores pessoais, feita no início do ano, de acordo com estudo encomendado à consultoria IT Data pela Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee).

Segundo a consultoria, as vendas de desktops cairão 6%, fechando o ano com aproximadamente 7,5 milhões de unidades, enquanto que as de notebooks crescerão 185%, atingindo cerca de 5,5 milhões de equipamentos.

A pesquisa aponta que, no segundo trimestre, o mercado movimentou 3.174.000 unidades de PCs. Isso representou um crescimento de 36% sobre o mesmo período do ano passado.

O mercado de notebooks alcançou 1.098.000 unidades, um aumento de 200% em relação ao segundo trimestre de 2007, muito acima do que a indústria estava prevendo. O segmento doméstico respondeu por 64% das vendas de notebooks nesse período. Já as vendas de desktops atingiram 2.076.000 unidades, o que representa um crescimento de apenas 5% na comparação ao mesmo período do ano passado, reforçando a tendência de migração das pessoas físicas e das microempresas para o notebook. O mercado corporativo respondeu por 54% dos desktops comercializados.

Ainda segundo a pesquisa, no segundo trimestre, o mercado ilegal de desktops chegou a 35%, um crescimento de dois pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre. De acordo com a IT Data, isso ocorreu em decorrência do aumento das compras de micro, pequenas e até médias empresas, que adquiriram seus PCs em revendas que montam desktops sem os incentivos do PPB (Processo Produtivo Básico).

Por outro lado, a ilegalidade no mercado de notebooks caiu de 34%, no primeiro trimestre, para 31,5%, no segundo trimestre. A participação é ainda menor nos notebooks com preço abaixo de R$ 2 mil, superando a média nas faixas de preço acima deste valor.

Nestes 31,5% de notebooks ilegais não estão computados os equipamentos remanufaturados. "É necessário que o consumidor tenha muito cuidado na hora de efetuar uma compra, pois poderá estar adquirindo um notebook usado", diz Humberto Barbato, presidente da Abinee. Segundo ele, esses produtos não possuem a garantia de assistência técnica e suporte dos fabricantes instalados legalmente no país.

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