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Stefanini fatura R$ 1,9 bilhão e projeta crescer 15% em 2013

Postado em: 06/12/2012, às 13:54 por Bruna Chieco

Com previsão de encerrar este ano com faturamento de R$ 1,9 bilhão, cifra 50% maior que o R$ 1,24 bilhão registrado em 2011, a Stefanini, empresa brasileira de serviços de TI, tem como meta crescer entre 12% e 15% em 2013 por meio de pequenas aquisições e expansão orgânica. De acordo com a CEO da Stefanini no Brasil, Mônica Herrero, hoje o país representa 65% do faturamento da companhia, que tem 10,3 mil empregados de um total de 17 mil em todo o mundo — 3 mil a mais que em 2011. A executiva adianta que o foco dos investimentos nos próximos anos será em soluções de computação em nuvem, mobilidade e big data.

“Temos uma área específica para auxiliar clientes e oferecemos consultoria na área de cloud, que ainda apresenta uma resistência por insegurança dos clientes em migrar seus dados para a nuvem”, disse Mônica. "Também ampliamos nosso centro de excelência em mobilidade com soluções que visam potencializar negócios em dispositivos móveis. Já em big data, investimos em parcerias focadas em soluções customizadas de business intelligence (BI) e gestão de grandes volumes de dados", completa.

A companhia também pretende alavancar, no país, verticais de negócios nas áreas financeira, de seguros, meios e pagamentos, varejo e mineração e siderurgia, que se destacaram nos resultados de 2012. Saúde e educação, segmentos com elevada demanda, também serão alvo da Stefanini nos próximos anos. Para 2013, a companhia planeja contratar 6 mil novos empregados mundialmente, além de investir na qualificação e treinamento interno. Com presença em 30 países e 76 escritórios espalhados pelo mundo, a Stefanini diz que manterá os investimentos nas operações internacionais, que são responsáveis por 35% do faturamento anual.

Investimentos e aquisições

A Stefanini não modificou muito sua estratégia de crescimento em relação ao ano passado, que é manter os investimentos em aquisições, buscando principalmente a internacionalização da empresa e expansão de seu portfólio. Um dos segmentos nos quais ela pretende expandir a atuação é no de terceirização de processos de negócio (BPO, na sigla em inglês), no qual vai investir R$ 150 milhões nos próximos três anos. Esse recurso será investido na empresa de processamento de cartões Orbitall, adquirida em abril deste ano. "A área financeira é umas das mais importantes para nós, representando 30% da receita total da empresa. Por isso, continuamos fortalecendo negócios em bancos, seguradoras e meios de pagamento”, declarou o CEO global e fundador da empresa, Marco Stefanini.

Segundo ele, o dinheiro será aplicado no desenvolvimento de um Distribuidor Automático de Chamadas (DAC), um novo data center, na ampliação da oferta de serviços, na estruturação da equipe de apoio — incluindo RH, administrativo e financeiro —, no aumento da capacidade de TI, na reformulação de layouts e na criação de uma nova unidade de negócios para comercialização de serviços diferenciados.

Stefanini acrescenta, também, que a estratégia será continuar com o crescimento orgânico e aquisições e, no curto prazo, expandir o portfólio de soluções com novas de soluções de negócios sem que seja necessariamente de TI, mas com forte componente de tecnologia. A companhia continuará investindo em inovação, processo iniciado em outubro com a aquisição da Woopi, desenvolvedora de aplicações com sede em Sorocaba, no interior de São Paulo. A partir dessa aquisição, a Stefanini passou a contar com um novo centro de pesquisa e desenvolvimento. "No Brasil, procuramos fazer aquisições para aumentar o portfólio de ofertas. Globalmente, buscamos aumentar a capilaridade com foco nos Estados Unidos e na Europa", complementou Stefanini.

No ano passado, a companhia declarou que investiria R$ 300 milhões até 2014, valor que, segundo Stefanini, está sendo aplicado, sem revelar uma nova quantia para os próximos anos. Quanto à possibilidade de abrir o capital da empresa, o CEO disse que dificilmente isso acontecerá em 2013. “As condições atuais de mercado não são favoráveis para uma oferta pública inicial de ações (IPO)”, explicou Stefanini.

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