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Governo vai aplicar R$ 677 milhões no Sistema Brasileiro de Tecnologia

Postado em: 08/10/2007, às 18:55 por Redação

Uma das ações do Plano de Ciência e Tecnologia 2007-2010, que está sendo fechado pelo governo, é a criação do Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec) que visa, entre outros objetivos, aumentar a capacidade tecnológica das micro e pequenas empresas.

O plano foi discutido na quarta-feira (3/10) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, composto por ministros, empresários e cientistas. Lula quer lançar oficialmente o plano ainda neste mês.

O sistema será coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, mas atuará em conjunto com centros universitários para a prestação de serviços e consultorias técnicas ao setor produtivo. A idéia, segundo o ministério, é criar uma rede com no mínimo dez instituições, em 15 estados, até dezembro de 2008. Os investimentos previstos até 2010 somam R$ 677 milhões.

O novo sistema também terá bolsas de mestrado, doutorado e iniciação científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sobre desenvolvimento tecnológico industrial, além do Programa Nacional de Qualificação e Modernização dos Institutos de Pesquisa Tecnológica (IPTs), para que os órgãos acompanhem as necessidades e tendências das indústrias.

O plano prevê ainda, conforme o MCT, aumentar o número de bolsas de pós-graduação, especialmente nos cursos de engenharia, área com deficiência de pesquisadores, e de iniciação científica entre alunos do ensino médio.

Outras ações são estimular a entrada de pesquisadores nas empresas para a realização de teses e incentivar os empresários a criar estruturas internas de desenvolvimento tecnológico. A alternativa, de acordo com o ministério, é reduzir o valor pago pelo CNPq na bolsa de estudo do pesquisador e aumentar a contribuição financeira da empresa que, para isso, poderá ter benefício fiscal.

O CNPq e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao Ministério da Educação, deverão ainda criar programa de pós-doutorado para garantir a permanência de especialistas no país, principalmente nas regiões menos desenvolvidas.

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