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Recuperação de orçamentos de TI será mais lenta, diz estudo

Postado em: 10/03/2010, às 19:11 por Redação

Os gastos com TI em todo mundo deverão crescer ligeiramente este ano pela primeira vez desde o início da crise econômica mundial, de acordo com a empresa americana de análise de mercado Ovum. Pesquisa feita pela consultoria com tomadores de decisão na área de TI revela que um terço desses executivos acredita que seus orçamentos irão aumentar neste ano. Apesar desse otimismo, o estudo constatou que os CIOs ainda não consideram a TI como um motor do crescimento e avaliam que 2010, em sua maior parte, será um ano de reconciliação de custos.
A postura dos CIOs em relação aos gastos com TI varia de país para país e de acordo com o setor econômico, embora apresentem algumas semelhanças importantes. Entre elas, a consultoria aponta o sentimento crescente de que a economia global começa a dar sinais claros de recuperação, o que pode ter impacto positivo nos orçamentos de TI planejados para o ano. Apesar disso, a diferença entre previsão e percepção de elevação real das despesas com TI aumentou. As projeções dos tomadores de decisão apontam para uma queda de 5% ou pouco menos nos orçamentos de TI.
A Ovum verificou ainda que, apesar de as tendências de gastos com TI variarem muito de região para região, todas as indústrias verticais sofreram redução das despesas na comparação com os níveis pré-crise. Fundamentalmente, a maioria dos orçamentos terá redução entre 1% e 5% ou crescimento zero, aponta a pesquisa.
De acordo com a analista sênior da Ovum, Rhonda Ascierto, o levantamento, embora um pouco mais promissor, não se traduz em uma recuperação dos gastos com TI para o ano. "Realisticamente, os números refletirão o efeito dos cortes profundos no orçamento durante 2008 e primeiro semestre de 2009, que deixaram muitos departamentos de TI com sua capacidade operacional reduzida ao essencial."
Conforme a consultoria, o elevado percentual de CIOs que disseram que manterão inalterados os seus orçamentos de TI neste ano aumentou para 42%, o que mostra que muitas empresas continuam vulneráveis e estão incertas sobre as perspectivas de negócios no longo prazo. "Claramente, os efeitos negativos da crise econômica foram maiores do que o esperado e as empresas não estavam preparadas", disse Rhonda. "Muitas empresas fizeram cortes de despesas no curto prazo, reduzindo também os custos operacionais", completou.
Não opinião da analista, os projetos de TI que têm mais probabilidade de prontamente obter o sinal verde da alta administração são aqueles que não necessitam de uma atualização de sistemas de TI e processos de negócio, mas principalmente aqueles que fizeram modificações internas e comprovadas de forma incremental e em resposta às mudanças do negócio.

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