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Lenovo quer ser mais agressiva para ganhar mercado no Brasil

Postado em: 10/12/2009, às 14:36 por Victor Hugo Cardoso Alves

A fabricante chinesa de PCs Lenovo pretende adotar uma política de preços agressiva para seus produtos no Brasil, bem como os investimentos na operação local nos próximos anos, com o objetivo de elevar sua participação de mercado dos 3% atuais para 10% em 2014. A meta para o país foi divulgada nesta quinta-feira, 10, pelo presidente e chefe de operações da companhia, Rery Read.
Para isso, o executivo afirmou que a estratégia será aumentar a atuação no segmento de varejo e de pequenas e médias empresas, por meio da expansão do número de lojas em que seus produtos são vendidos e do aumento dos modelos de equipamentos. Hoje, a Lenovo mantém parceria com dez redes de varejo, como Fnac, Casas Bahia e Wal-Mart. "Seremos mais agressivos nesse mercado. Toda a empresa que busca a liderança no Brasil precisa ter uma posição forte no varejo", observa Read.
O presidente da Lenovo no Brasil, Tomaz Oliveira, informa que o varejo hoje é responsável por 60% a 63% dos PCs vendidos no país e reafirma que a companhia terá uma estrutura de preços agressiva para ganhar espaço nesse mercado, dizendo que sempre buscará a melhor relação entre custo e benefício para seus produtos.
O CEO da Lenovo, Yang Yuanqing , não esconde que o objetivo da empresa no Brasil, no momento, é ganhar participação de mercado e investir para crescer, sem se preocupar tanto com lucratividade. Uma das medidas nesse sentido é a duplicação da produção no país nos próximos 12 meses. Atualmente, a Lenovo terceiriza sua fabricação no país para Flextronics, Quanta e Compal, que, juntas, produzem 450 mil a 500 mil máquinas por ano para a empresa. A meta é fechar 2010 com a produção até 1 milhão de máquinas ao ano. A companhia, inclusive, aventa a possibilidade de abrir uma fábrica própria no Brasil no futuro.
Volta atrás
Já em relação à recompra da sua divisão de mobilidade, pela qual pagou US$ 200 milhões após vendê-la há cerca de dois anos por US$ 100 milhões, Yang justificou que quando se desfez da unidade ela apresentava problemas financeiros e agora vem registrando altas taxas de crescimento.
O executivo diz que a estratégia da Lenovo para a divisão está atrelada ao avanço do mercado de internet móvel no mundo. Para isso, adianta que atuará exculsivamente no desenvolvimento de smartphones e dispositivos móveis com acesso à internet, com o intuito de se aproveitar do rápido avanço da internet móvel no mercado. Yang explica que, inicialmente, a Lenovo irá atuar com a unidade de mobilidade apenas na China e que somente depois de se consolidar naquele mercado expandirá para outros países.

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