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Linkedin cancela novo formato de anúncio temendo violação de privacidade

Postado em: 12/08/2011, às 15:31 por Redação

O Linkedin reviu sua estratégia e desistiu de implantar uma ferramenta de publicidade que utilizava as fotos dos perfis dos usuários e suas recomendações, com medo de sofrer sanções atreladas à uma possível violação de privacidade dos usuários.
No fim de junho, o Linkedin começou os testes de novos anúncios de publicidade chamados de social ads, que compartilhavam automaticamente as ações públicas dos usuários, como recomendações de produtos e empresas. O formato comercial mostrariam em anúncios a foto do usuário de uma outra maneira, recomendando um produto ou uma companhia.
A empresa anunciou a nova plataforma em seu blog oficial, onde agora existe um banner informando os membros da sua iniciativa, após reclamações de violação de uso de imagem de usuários e blogueiros. No lugar das fotos, a partir de quinta-feira, 11, haverá o número de conexões do usuário que recomendam tal produto ou empresa.
O líder de produto de marketing do Linkedin, Ryan Rolansky, defendeu a iniciativa da empresa no blog, explicando que nenhuma informação pessoal seria compartilhada com anunciantes. "A única informação usada no social ads são aquelas cuja visibilidade já está autorizada a qualquer um em sua rede", argumentou.
Rolansky admitiu, entretanto, que a empresa deveria ter lidado de uma outra maneira com a situação. "Deveríamos ter deixado mais claro nossos objetivos", completou.
O incidente lembra outros casos em que redes sociais têm que explicar como são usadas as imagens e informações de seus usuários. Mesmo quando não há nada privado, os membros de comunidades on-line geralmente reagem negativamente quando seus dados são expostos de outras maneiras. O mesmo aconteceu quando o Facebook lançou seu feed de atualizações, hoje considerado comum.
A repercussão com o fim do social ads pode afetar as rendas da empresa, visto que o Linkedin abriu seu capital em maio no maior IPO desde o Google, em 2004. A rede social com objetivos profissionais gera lucro por meio de anúncios on-line, assinaturas premium e ferramentas para recrutadores.

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