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Serviços móveis de microfinanças vão atender 1,8 milhão de desbancarizados até 2022

Postado em: 12/09/2017, às 20:23 por Redação

Estudo da Juniper Research constatou que o contínuo desenvolvimento de serviços de microfinanças móveis causará um aumento da inclusão financeira em algumas das regiões mais desfavorecidas do mundo. A nova pesquisa, "Serviços Financeiros Móveis em Mercados Emergentes: Transferência de Dinheiro, Empréstimos, Poupança e Seguros 2017-2022", prevê que, até 2022, 36% da população em regiões em desenvolvimento usará microfinanças, subindo apenas 22% este ano, com provedores adaptando programas para atender às necessidades individuais necessárias para operar em novos mercados.

Inovação conduz nova onda de produtos

De acordo com a pesquisa, enquanto os produtos de microfinanças têm girado em torno da transferência básica de dinheiro, empréstimos, poupança e seguros, os jogadores agora estão buscando inovar e ajustar as ofertas para impulsionar a adoção do cliente, bem como resolver problemas sociais mais complexos em países em desenvolvimento.

A Juniper destacou o recente lançamento da Telenor de empréstimos sem juros para agricultores no Paquistão como um exemplo. De acordo com o autor da pesquisa Lauren Foye, "ao identificar deficiências locais nos serviços financeiros e conectar as lacunas, os operadores podem simultaneamente melhorar a retenção de clientes e ajudar a tirar esses clientes da pobreza com a provisão de serviços desenvolvidos com necessidades específicas e localizadas em mente".

A pesquisa também antecipou que haveria um aumento nas implantações em regiões desatendidas, particularmente no desenvolvimento da Ásia.

Barreiras permanecem

No entanto, a pesquisa argumentou que barreiras principais permanecem em mercados menos avançados. O mais urgente é a falta de uma regulamentação clara em todas as regiões, agravada ainda mais por fatores como variações culturais e religiosas que podem levar os operadores a desconsider os costumes locais.

A pesquisa afirmou que é provável que os operadores e os governos busquem promover a inclusão e abordar as questões associadas a uma população não bancária, enquanto a implementação de ofertas localizadas abordaria muitas das diferenças culturais que atualmente dificultam os lançamentos de novos produtos.

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