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Antes de ir para a nuvem, fique atento à portabilidade

Postado em: 16/01/2012, às 14:37 por Redação

Muito se tem falado sobre o conceito de computação em nuvem, seja pública, privada ou híbrida. Mas existe um aspecto na operação em cloud que deve ser analisado em profundidade pelos clientes na hora de contratar essa modalidade de serviço: a garantia de portabilidade das aplicações e dos dados. Pois, a portabilidade – em qualquer tipo de nuvem – irá contribuir para que o modelo de cloud seja mais efetivo, dinâmico e flexível e, principalmente, permita o alinhamento da TI com a estratégia do negócio.

Para se obter uma arquitetura de nuvem híbrida adequada, a infraestrutura de cloud pública ou privada deve seguir padrões de interoperabilidade que permitam às aplicações operar em qualquer parte dessas nuvens, sem a necessidade de reescrever códigos de aplicações, converter bancos de dados, alimentar os sistemas com informações dos usuários ou mesmo alterar características das aplicações.

As empresas usuárias precisam mitigar o risco de migrar suas aplicações para a nuvem pública com tecnologias proprietárias que provocam o processo de “lock-in” com o fornecedor. Essa questão é tão importante que deve estar prevista em contrato, garantindo a migração de um provedor para outro, conforme interesse das empresas. O acordo ideal deve seguir os itens abaixo:

▪ Garantir a migração dos dados alimentados pelos usuários e aplicativos para qualquer nuvem de outro provedor de serviço, ao longo dos anos;

▪ Permitir que as aplicações contratadas estejam disponíveis para operar em outros fornecedores;

▪ Promover a comunicação de dados entre as estruturas (nuvem privada, pública ou híbrida) a fim de facilitar o processo de migração e interoperabilidade, garantindo que o uso do serviço de cloud seja feito de forma transparente aos usuários.

Os clientes precisam ficar atentos e se prevenir com relação à contratação de tecnologias proprietárias. Disso, muito se aplica ao modelo de cloud computing, pois o serviço de nuvem também deve garantir a interoperabilidade entre as estruturas públicas e privadas, respeitando a opção e a necessidade do cliente.

Dessa forma, as empresas conseguirão alinhar TI à estratégia do negócio, minimizando os custos destas estruturas públicas e privadas, de acordo com a sazonalidade do negócio, picos de uso e migração das aplicações conforme a necessidade do negócio.

* João Alfredo Pimentel é sócio-fundador da CorpFlex.

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