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Tivit investirá R$ 184 milhões até 2012 para atender demanda

Postado em: 16/12/2009, às 16:17 por Victor Hugo Cardoso Alves

A Tivit, fornecedora brasileira de serviços de TI, assina na próxima sexta-feira, 18, contrato de empréstimo de R$ 150 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O recurso é parte de um plano da companhia de investir R$ 320 milhões, no mínimo, entre 2008 e 2012 para expansão da infraestrutura da empresa visando suprir a demanda. Deste total, R$ 146 milhões serão destinados a gastos com hardware e software.
A Tivit já investiu R$ 136 milhões, sendo R$ 81 milhões em 2008 e R$ 55 milhões neste ano. Assim, ainda restam, segundo o plano, R$ 184 milhões a serem aplicados entre 2010 e 2012. A empresa utilizará a quantia obtida junto ao BNDES apenas a partir do ano que vem. Com isso, gastará do próprio caixa, pelo menos, R$ 34 milhões. Entretanto, o presidente da companhia, Luiz Mattar, observa que o investimento poderá ser superior ao inicialmente planejado. Para 2010, a companhia terá capital de investimento de cerca de R$ 70 milhões.
"Dependendo da demanda dos nossos clientes, poderemos elevar o nosso capital de investimento. Como todo projeto de longo prazo, ele pode ser alterado devido a novas realidades", comenta Mattar. Ele cita, por exemplo, a possibilidade de abrir uma nova filial para atender um cliente em uma região específica.
Em 2010, a Tivit inaugurará duas novas filiais, uma no Rio Grande do Sul e outra em Curitiba, Paraná. Ambas começam a operar a partir da primeira quinzena de janeiro. A primeira será apenas um escritório regional para atender aos clientes do Sul do país. Já a filial de Curitiba, além de um escritório, compreende uma fábrica de software, criada para suprir a demanda de um novo grande cliente da companhia do segmento financeiro. "Estamos totalmente concentrados em São Paulo e Rio de Janeiro e queremos abrir frentes de negócios em outras regiões", pontua Mattar. Para 2010, a expectativa da companhia é que a receita fora do eixo Rio-São Paulo atinja cerca de 5% do total.

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