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Wearables devem gerar mais de US$ 10 bi para a indústria de hardware em cinco anos

Postado em: 17/11/2015, às 14:01 por Redação

O mercado de tecnologias vestíveis para monitorar atividades físicas, também chamado de wearables fitness, deverá gerar mais de US$ 10 bilhões de receitas para a indústria de hardware em 2020 (fabricantes de circuitos, dispositivos de conectividade wireless, sensores, baterias, etc.), um crescimento de cerca de 300% em relação ao US$ 3,3 bilhões previstos para este ano, de acordo com um estudo da Juniper Research divulgado nesta terça-feira, 17.

Segundo o relatóro, esse mercado será em grande parte impulsionado pelas vendas de sensores instalados em tênis, munhequeiras e peças de vestuário para prática de esportes em geral. Já utilizada em treinamento para monitorar o desempenho de esportistas profissionais, a roupa inteligente também vai se tornar uma parte importante para as pessoas assistirem esportes no futuro. O estudo cita o caso da Liga Nacional de Futebol Americano, a NFL, que firmou parceria com a Microsoft e Zebra Technologies para fornecer visualizações ao vivo de dados para os torcedores acompanharem cada jogo.

Outra pesquisa da Juniper Research aponta também que dispositivos que oferecem recursos de monitoramento para prática de fitness mais avançados, como controle da freqüência cardíaca e os níveis de saturação de oxigênio no sangue, estão se tornando cada vez mais populares. No entanto, a análise mostra que eles também precisam de aplicativos capazes de dar sentido a essas métricas avançadas, caso contrário, os fornecedores correm o risco de afogar os consumidores com dados.

"Sem limites claros para o acesso e o uso dos dados, a biometria poderá se tornar parte dos contratos de esportistas profissionais, e até mesmo ditar requisitos para a contratação de trabalhadores através da análise preditiva", observa o autor da pesquisa James Moar. "Por enquanto, os fornecedores de wearables envolvidos no monitoramento do bem-estar corporativo têm sido muito cuidadosos em assegurar que os empregadores só possam ter acesso aos dados agregados e que os trabalhadores possam optar por não usar o dispositivo. Já nos esportes profissionais não há essas garantias."

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