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Alibaba e Nvidia firmam parceria para criar soluções de nuvem e inteligência artificial

Postado em: 20/01/2016, às 15:12 por Redação

O Alibaba anunciou uma parceria com a Nvidia, fabricante de placas gráficas de alto desempenho, para o desenvolvimento de soluções de computação em nuvem e inteligência artificial, e adiantou que planeja contratar cerca de mil desenvolvedores para trabalhar em sua plataforma de big data durante os próximos três anos. O acordo é parte da estratégia do grupo chinês para impulsionar seu crescimento e tentar competir com a Amazon Web Services na oferta de serviços de computação em nuvem.

O braço de computação em nuvem do gigante chinês do comércio eletrônico, o AliCloud, criado em 2009 para alugar espaço de armazenamento e processamento para pequenas e médias empresas de internet na China, vai aumentar o investimento em análise de dados e aprendizado de máquina, segundo disse o Alibaba em um comunicado nesta quarta-feira, 20. O AliCloud avalia em US$ 1 bilhão a demanda global por processamento e armazenamento de governos e empresas.

O investimento reflete também o direcionamento do foco do Alibaba para segmento o processamento de informações no mercado de varejo online na China, que deve movimentar cerca de US$ 1,5 bilhão em 2020, de acordo com dados da Bain & Co. O grupo chinês já vem injetando recursos na construção de data centes para a oferta de serviços de nuvem. Em outubro do ano passado, por exemplo, o Alibaba abriu seu segundo data centeer no Vale do Silício e está preparando a construção da sua primeira unidade na Europa.

"A taxa de crescimento do AliCloud é uma das mais rápidas entre os rivais globais", disse Simon Hu, presidente da divisão, durante uma apresentação em Xangai, segundo a Bloomberg. "Além da rápida expansão na Ásia, também vamos manter o nosso crescimento na Europa e no Oriente Médio."

Computação quântica

O Alibaba também expandir a operação do AliCloud para além dos serviços básicos de computação em nuvem. Recentemente, a empresa inaugurou um laboratório de computação quântica em parceria com a Academia de Ciências Chinesa para desenvolver máquinas capazes de realizar cálculos ainda mais rápidos. A empresa vai se juntar à Nvidia para prestar suporte aos clientes nas áreas de deep learning (conceito derivado do uso de redes neurais para aplicações de inteligência artificial e aprendizado de máquina) e computação de alto desempenho.

A receita do AliCloud provém do pagamento pelos clientes de uma taxa mensal para ter acesso à sua infraestrutura e aos recursos computacionais, com base em quanto consomem. Atualmente, a divisão contribui com uma pequena parte da receita total do Alibaba. No trimestre encerrado em junho do ano passado, por exemplo, os serviços de computação e infraestrutura de internet do AliCloud responderam por 3,1% das vendas da companhia.

Mas, no médio prazo, o negócio poderá render mais de US$ 1 bilhão em receita para o Alibaba. A expectativa é que em 2018 a nuvem pública represente uma oportunidade no mercado global de US$ 120 bilhões, de acordo com a SunTrust.

O desafio não é pequeno. Somente no terceiro trimestre do ano passado, a receita da Amazon Web Services cresceu 78%, para US$ 2,1 bilhões. Além disso, pesos pesados como a Microsoft e o Google também estão competitindo agressivamente no mercado de armazenamento de dados e computação com a construção de sistemas baseados na internet.

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