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Greve de TI em São Paulo pode afetar serviços bancários e de telefonia na sexta-feira

Postado em: 20/02/2014, às 11:03 por Redação

Com o início da greve dos trabalhadores de TI paulistas marcada para esta sexta-feira, 21, os serviços públicos, bancários e de telefonia poderão ser afetados e ter seu funcionamento prejudicado, visto que as paralisações vão atingir as principais empresas responsáveis pelos sistemas e informatização dos mesmos, segundo informa o Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd). Além disso, com a aproximação da Copa do Mundo e o envolvimento das companhias de TI de São Paulo no evento, a implementação de projetos também pode atrasar.

"Quando falamos em paralisação dos trabalhadores de TI de São Paulo, estamos falando em 45% da mão de obra total do setor no país. As maiores empresas de nossa base não prestam apenas serviços locais. Outros estados também serão afetados", afirma o presidente do Sindpd, Antonio Neto.

Na última terça-feira, 18, o Sindpd encaminhou à Prodam (Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo), Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado São Paulo), Ima, Empro, Corderp e Cijun, todas empresas estatais, um comunicado que propõe a realização de uma reunião para contingenciamento de pessoal e estabelecimento das regras de manutenção dos serviços essenciais dessas empresas, como determina a Lei de Greve.

Ainda de acordo com a lei, a partir desta sexta-feira, todos os contratos de trabalho no setor ficam suspensos e as companhias não poderão demitir injustificadamente os funcionários durante este período. Enquanto não houver acordo entre o Sindpd e a empresa, está proibido a aplicação de banco de horas e as paralisações de trabalhadores precisam ser respeitadas sem retaliações por qualquer empresa do setor.

A greve da categoria foi aprovada em assembleia no último sábado,15, e é resultado do impasse entre trabalhadores e empresários quanto aos índices de reajuste salarial. Foram feitas cinco reuniões, que terminaram sem acordo. A última proposta apresentada pelo patronato foi de reajuste de 6,5%, obrigatoriedade de apresentação de plano de participação nos lucros e resultados (PLR) para empresas com mais de dez funcionários, vale-refeição (VR) para companhias com mais de 35 empregados e reajuste dos pisos de 7%. Os trabalhadores pedem reajuste salarial de 8,8% e de 10,3% no piso da categoria, além de VR e PLR para todas as empresas.

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