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Pesquisa revela prioridades de investimentos de TI no Judiciário

Postado em: 22/10/2007, às 18:57 por Redação

O Instituto Conhecimento, Inovação e Melhores Práticas na Gestão Pública (Conip) anuncia o resultado de uma pesquisa elaborada pela primeira vez com os principais CIOs do Poder Judiciário, sobre demanda de serviços e próximos investimentos de TI na Justiça brasileira.

De acordo com o levantamento, uma das prioridades é o investimento em ferramentas e iniciativas ligadas à área de Governança. Dessa forma, metodologias de gestão como ITIL e Cobit, por exemplo, devem ocupar grande preferência na agenda de líderes do Poder Judiciário.

A pesquisa foi realizada com 13 líderes de TI dos cinco Tribunais Superiores do País, além de membros de entidades como OAB e Associação dos Juízes Federais. De acordo com Vagner Diniz, presidente do Instituto CONIP, "há uma convicção de que sem organizar e definir as estratégias de TI de uma forma alinhada, não será possível atender a outra prioridade de investimento, que é manter o foco no cidadão de tal forma que a tecnologia viabilize cada vez mais serviços para a sociedade", analisa Diniz.

O estudo mostra que em quais áreas o Poder Judiciário mais avançou deste então. Para 69% dos pesquisados, os principais avanços da Justiça brasileira estão na integração de dados e sistemas, no acesso às bases externas como bancos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e SINIC (Sistemas Nacional de Informações Criminais) e no desenvolvimento conjunto de sistemas, como o PROJUDI (Processo Judicial Digital). Em contrapartida, cerca de 20% apontaram que o Poder Judiciário ampliou seu foco no serviço ao cidadão, principalmente no que diz respeito à possibilidade de obtenção, via rede, de informações sobre processos judiciais.

Para atender estes tópicos, os principais instrumentos a serem conhecidos e implementados, segundo eleição dos pesquisados, foram 42,8% para metodologias de gestão aplicadas ao processo de negócio do Judiciário (ITIL, Cobit, Segurança da Informação, BPMS), contra 14,3 % para gestão do conhecimento, Business Intelligence, inclusão digital dos usuários e definição de padrões.

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