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Secretário diz que governo não usará Eletronet para PNBL

Postado em: 24/02/2010, às 10:49 por Redação

Para colocar em prática o Programa Nacional de Banda Larga o governo não utilizará rede de fibra ótica da Eletronet. Pelo menos é o que alega o secretário de Logística do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, a estrutura a ser utilizada no plano para universalizar a banda larga no país será toda da Eletrobrás.
Santanna assegurou que o plano não envolve nenhuma relação econômica com a empresa que pediu autofalência em 2003. "O meio que o governo vai utilizar não passa por acordo com a Eletronet. A Eletronet é uma massa falida que continua lá, gerida pelo síndico. O que o governo federal pode, eventualmente, é lançar mão das redes de fibra ótica que estão de posse do sistema Eletrobrás. Não tem nenhuma relação econômica com a Eletronet", afirmou.
De acordo com Santanna, as fibras são de propriedade da Eletrobrás e a "Eletronet está usando enquanto se discute a falência dela". Dessa forma, argumenta Santanna, não há nenhum prejuízo e também nenhum uso de qualquer ativo que pertença à falida Eletronet.
O secretário afirmou ainda que não há possibilidade de os detentores de ações da Eletronet serem beneficiados ou prejudicados pelo plano. "O sócio é hoje sócio de uma dívida ou dos direitos que podem provir dessa massa falida. A Eletronet não deixou de operar e nem vai deixar, e a massa falida vai ter que dar destino a isso, vendendo os ativos e pagando os credores na medida das receitas que ela obtiver da empresa", disse Santanna, referindo-se a Nelson dos Santos, dono da Star Overseas Ventures, sócio do governo na Eletronet.
O governo pretende com a utilização da rede de fibra ótica cobrir 60% do território nacional, onde está 90% da população do país. O governo também já decidiu que usará a Telebrás como empresa estatal que vai gerir o sistema. Santanna não quis falar sobre o custo do investimento, mas disse que a parte mais cara, que seria a implantação da rede de fibra ótica já está pronta.
"É um investimento que já foi feito, que é a estrutura de fibra ótica. Seria um desperdício não utilizá-la. É só iluminá-las [utliza-las para transmissão de dados]. O que o governo terá é um ganho marginal de um investimento que já foi feito", concluiu. As informações são da Agência Brasil.

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