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UE inicia investigação antitruste sobre o Google

Postado em: 24/02/2010, às 12:00 por Redação

Órgãos antitruste da União Europeia anunciaram nesta quarta-feira, 24, que farão uma investigação sobre o Google por supostas práticas anticompetivas no mercado de buscas na internet no continente. A Comissão Europeia, que monitora a competição nos 27 países da União Europeia, afirmou que as acusações foram feitas pelos sites de busca Foundem, da Inglaterra, ejustice.fr, da França, e Ciao! from Bing, da Itália, adquirido pela Microsoft em 2008.
O Foundem, um site de comparação de preços, alega que está sendo prejudicado pelos algoritmos usados pelo Google em sua ferramenta de buscas, já que o site atende um público específico e por isso nunca fica em posição favorável nas páginas de resultados do Google.
Em comunicado em seu website, o Google se defende alegando que sempre reconheceu que sua tecnologia não é perfeita, mas envolve uma computação "bastante complicada". Em sua defesa, o site de buscas lança mão de uma análise da consultoria Econsulting que afirma que o fracasso do Foundem nas ferramentas de buscas é uma falha nas estratégias de search engine optimization (SEO). Essas estratégias consistem em mudanças e alterações na construção e elaboração do conteúdo e formato dos sites para que eles apareçam com destaque nos resultados de busca on-line. Para o Econsulting, o Foundem ainda não aprendeu a usar SEO.
Quanto ao Ciao! from Bing, o Google diz que, antes da aquisição pela Microsoft, as relações com o antigo Ciao! eram muito boas e estáveis, mas depois que a gigante do software o adquiriu, em 2008, reclamações sobre práticas anticompetitivas no mercado de buscas começaram a ser registradas nos órgãos reguladores europeus.
A principal acusação registrada pelo Ciao!, feita em 15 de janeiro, diz que o Google gera tráfico para os próprios serviços por meio da audiência de outros sites, principalmente os de notícias, por isso deveria pagar os responsáveis por esses sites.
O ejustice.fr, uma ferramenta de buscas voltada para profissionais do direito na França não é mencionado no post no blog oficial do Google. O site de buscas declarou, no entanto, que todas as reclamações e acusações ocorrem devido à posição de liderança da empresa nos mercados em que atua.

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