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Iniciativas para reduzir emissões podem gerar crédito de carbono ao setor de tecnologia

Postado em: 25/10/2011, às 16:29 por Gabriela Stripoli

As iniciativas para redução das emissões de gases de efeito estufa podem representar redução de custos e, consequentemente, maior competitividade para as empresas de tecnologia. A implantação pela indústria do setor de políticas e estratégias que resultem na redução de poluentes podem gerar crédito de carbono, aliando o impacto socioambiental ao aumento da lucratividade. Os passos para que as empresas que contribuem para melhorias do meio ambiente possam se beneficar de créditos de carbono foram discutidos em palestra no Fórum Green Tech, realizado nesta terça-feira, 25, em São Paulo. O evento foi promovido pela revista TI INSIDE e organizado pela Converge Comunicações.

Fernando Beltrame, sócio presidente da Eccaplan Consultoria, explica que o crédito de carbono é computado a cada tonelada de dióxido de carbono que uma empresa deixa de emitir. Com isso, ela podem vendê-lo a outra empresa que necessita desse crédito em processo produtivo, o que, consequentemente, contribui para a redução de custos de sua cadeia produtiva.

Segundo Beltrame, o primeiro passo para adoção de uma política de redução de poluentes é a realização de um inventário para identificar quais áreas do negócio podem gerar créditos e, consequentemente, economia. Em um projeto da consultoria desenvolvido para a Vivo foi detectado que 80% dos impactos ambientais da empresa estavam relacionados ao consumo de energia. A partir desse dado, foram desenvolvidas e implantadas melhorias para a eficiência energética que podem gerar economia de até 30% na área de redes e de 10% na área de escritórios.

As operações de TI, observa Beltrame, costumam gerar um alto consumo energético, principalmente pelo uso de antenas, servidores e data centers. Ele frisa, entretanto, que não há um padrão de processo em TI que lidera as emissões e geram mais crédito de carbono. "O consumo está relacionado a área de negócio da empresa, mas podemos dizer que a logística, pelo elevado número de deslocamentos, representa uma parte significativa em grande parte das emissões", explica. É o caso, inclusive, das prestadoras de serviço – para quem Beltrame sugere a otimização da gestão de informações e a avaliação das necessidades de reuniões e outros processos que exigem deslocamento de profissionais, por exemplo.

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