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Empresários de Cingapura vêm ao país em busca de negócios

Postado em: 26/02/2007, às 22:15 por Redação

Ampliar os negócios no setor de eletrônicos e possibilitar parcerias entre empresas de Cingapura e da América Latina. Este é o objetivo do Escritório Comercial do Governo de Cingapura em São Paulo (IE Singapore), que estará trazendo nos dias 8 e 9 de março ao Brasil dez representantes das maiores empresas asiáticas do setor, missão que visitará também o México, Chile, Argentina e Brasil.

A indústria de eletroletrônicos, informática e de telefonia de Cingapura fatura anualmente US$ 46 bilhões. As empresas daquele país têm uma grande presença global, com cerca de mil subsidiárias e escritórios de comércio nas Américas, Ásia, Europa e Oceania.

As dez empresas vão expor as novidades diretamente a empresários do varejo ? as possibilidades vão desde a distribuição dos produtos até o desenvolvimento de parcerias OEM. Durante missão realizada em 2006, foram feitos negócios que possibilitaram a chegada de alguns produtos ao mercado brasileiro, como o Nimzy Vibro Blaster, da DIT, um aparelho acústico que amplifica o áudio sem o uso de caixas de som; e diversos produtos da Shiro Corp., entre MP3 players, máquinas digitais e acessórios.

Para este ano, além dessas duas empresas, também estarão presentes ao evento a Astone, fabricante de aparelhos de áudio, acessórios de informática, PDAs e equipamentos diversos, como uma mini-scooter aquática infantil; Kobian, Consus, Consoc e Trek, de produtos de informática e portáteis; a eSys, de computadores e impressoras; a Frestech, de refrigeradores (que mantém parcerias com GE, Sanyo e Electrolux); a Shankar?s, de eletrodomésticos (televisores de LCD e fornos microondas, por exemplo); e a Razer, marca já forte no setor brasileiro de games e diversões eletrônicas.

?São marcas fortes no mercado asiático, europeu e americano, aliando preços competitivos e qualidade, e é isso que elas querem construir também no Brasil?, diz Yeow Ming Ter, diretor do IE Singapore. ?Cingapura detém uma das leis de propriedade intelectual mais rígidas do mundo, ao contrário de outros países asiáticos, de forma que a pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias é constante e, conseqüentemente, mais difícil de ser copiada?, diz ele.

Em 2005, o comércio bilateral Brasil-Cingapura somou US$ 1,6 bilhão. A expectativa é de que tenha crescimento em cerca de 20% em 2006, e que mantenha o ritmo neste ano. ?Inauguramos o escritório em São Paulo, no fim de 2005, para fomentar negócios entre os dois países, não só trazendo para cá os produtos de Cingapura, mas ajudando as empresas brasileiras a exportar mais no continente asiático?, diz Yeow Ming Ter. ?No setor de eletrônicos, vamos conversar tanto com grandes distribuidores quanto com empresários de menor porte, a quem interessa trabalhar com volumes menores de importação.?

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