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Varejo online prevê faturar 50% a mais neste Natal

Postado em: 26/10/2005, às 17:55 por Redação

Varejistas de todo o país iniciaram o planejamento para Natal. A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net) estima que o faturamento deste ano como o chamado e-Natal, as vendas do varejo online,e que o tíquete médio das compras aproxime-se dos R$ 360.

No ano passado, o e-Natal cresceu cerca de 39% em relação a 2003, com o faturamento de R$ 284 milhões, contra R$ 204 milhões no ano anterior, segundo a consultoria e-bit.

Com base nessa projeção, em algumas lojas virtuais o estoque chega a ser dobrado para que não faltem produtos, segundo informações do Sebrae. Os artigos mais procurados no varejo da internet são os eletrônicos, conforme dados do site BuscaPé, tendo como referência o ano passado.

O diretor executivo da Camara-e.net, Cid Torquato, estima que, para cada compra realizada eletronicamente, pelo menos outras seis transações serão diretamente influenciadas por pesquisas e comparações de preços feitas pela internet. Isso, segundo ele, ainda que o consumidor opte por realizar a compra de forma presencial, nos shoppings ou lojas de rua.

A temporada do e-Natal, para as principais lojas virtuais, já está começando, agora no final de outubro, com a apresentação de novos layouts e publicidade específica para esta época de muito movimento. Para algumas grandes lojas, este período do ano concentra até 40% do faturamento anual da empresa, o que exige um cuidado redobrado na elaboração de suas estratégias e planejamentos. "Muitos consumidores compram com antecedência, valendo-se dos serviços de entrega com data marcada, o que exige uma operação logística cada vez mais sofisticada", comenta Torquato.

Outro dado interessante sobre o período de Natal diz respeito à contratação de mão-de-obra temporária, a exemplo do varejo convencional. Segundo a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), no Natal de 2004, os shoppings contrataram cerca de 16 mil temporários apenas em São Paulo. No varejo eletrônico, em todo o Brasil, a partir do mês de outubro, serão gerados mais de 4 mil postos de trabalho temporário nas lojas, empresas de logística e de telemarketing.

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