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SP cria curso para dobrar número de pregoeiros eletrônicos

Postado em: 27/09/2007, às 19:41 por Redação

O governo de São Paulo anunciou que vai dobrar o número de servidores aptos a realizar pregões eletrônicos no estado. Para tal, iniciou nesta quinta-feira (27/9), por meio da Rede do Saber, ligada a Secretaria Estadual da Educação, o treinamento de 1.514 servidores.

O objetivo do curso, segundo a secretária estadual da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, é qualificar pregoeiros na modalidade eletrônica, trazendo mais agilidade, transparência e economia para as unidades de compra do executivo. Os servidores serão capacitados a fazer compras de bens e serviços por meio do pregão eletrônico, que substitui o modo presencial.

Atualmente, São Paulo conta com cerca de 5 mil pregoeiros, sendo que destes, 1,5 mil já estão capacitados para a atividade eletrônica. ?O que a comunidade que paga imposto quer é que o dinheiro arrecadado seja utilizado com sabedoria e o pregão eletrônico representa um grande avanço nessa direção?, disse o governador José Serra durante videoconferência para mais de 1,5 mil funcionários públicos espalhados por 52 pontos do estado ? 28 na região metropolitana de São Paulo e 24 no interior.

O curso para pregoeiros é uma iniciativa das secretarias estaduais de Gestão Pública, da Fazenda e da Educação, em parceria com a Procuradoria Geral do Estado, Corregedoria Geral da Administração e da Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo). As aulas serão transmitidas pela Rede do Saber, rede pública de videoconferências com finalidade pedagógica. ?Além de proporcionar muitos resultados, a Rede do Saber melhora a racionalidade da administração estadual?, afirmou Maria Helena.

A obrigatoriedade da adoção da modalidade ?pregão eletrônico? para toda a administração pública paulista foi determinada pelo Decreto 51.469, de 2 de janeiro de 2007. Anualmente, o estado de São Paulo adquire bens e serviços no valor aproximado de R$ 7 bilhões. A adoção do pregão para a realização de compras públicas, como alternativa às licitações tradicionais, possibilitou a economia de mais de R$ 5 bilhões aos cofres públicos desde o ano de 2003, segundo o governo.

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