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Lucro e receita do Alibaba têm forte expansão no 2° trimestre fiscal, puxados por transações móveis

Postado em: 27/10/2015, às 20:20 por Redação

Os consumidores chineses ainda tem dinheiro para gastar e estão dispostos a fazê-lo. Isto é o que disse nesta terça-feira, 27, o Alibaba Group Holding ao divulgar os resultados do segundo trimestre do ano fiscal de 2016, o que animou os investidores. No relatório financeiro, o vice-presidente executivo da companhia, Joe Tsai, disse que o crescimento dos salários dos chineses e a economia estável, mesmo quando a economia do mundo não vai tão bem, estimula o consumo.

O lucro líquido do gigante chinês do comércio eletrônico no trimestre, encerrado em 30 de setembro, totalizou US$ 3,57 bilhões, mais de sete vezes o registrado em igual período do ano anterior, em grande parte graças a um ganho de US$ 2,93 bilhões devido à revalorização de sua participação na Alibaba Health Information Technology, empresa de tecnologia da informação especializada na área de saúde. No mesmo período do ano anterior, a companhia havia registrado lucro de US$ 476,8 milhões.

Já a receita contabilizada no trimestre saltou 32%, para US$ 3,49 bilhões, puxada pelo aumento das transações feitas via celulares e outros dispositivos móveis. O volume bruto de vendas de mercadorias em suas plataformas de e-commerce cresceu 28% na comparação com o ano anterior, enquanto a receita móvel mais que dobrou para US$ 1,66 bilhão.

A taxa de monetização do Alibaba, uma medida de quanto ela lucra com as vendas em suas plataformas, foi de 2,42% durante o trimestre, superior ao seu primeiro trimestre fiscal e ao período do ano anterior. A taxa de monetização móvel subiu para 2,39%, ante 1,87% de um ano atrás. Como outras empresas de internet, o Alibaba enfrenta desafios para aumentar a rentabilidade com os consumidores que usam cada vez mais dispositivos móveis, como celulares.

O crescimento da China no terceiro trimestre foi de 6,9%, seu nível mais baixo desde a crise financeira global. Economistas acreditam que o país terá dificuldade para bater sua meta anual de cerca de 7%. Empresas estão acompanhando de perto como isso afeta os consumidores chineses, que tiveram um aumento significativo da renda familiar nos últimos anos e se tornaram uma fonte importante para o crescimento da economia. Embora o crescimento das vendas no varejo tenha desacelerado nos últimos meses, elas continuam fortes em relação ao setor industrial, segundo dados oficiais do governo. Com informações de agências de notícias internacionais.

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