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BEA confirma recusa à oferta de compra da Oracle

Postado em: 29/10/2007, às 17:32 por Redação

Conforme já havia adiantado na semana passada, a BEA Systems não aceitou a oferta de compra feita pela Oracle, há duas semanas. A proposta da companhia era pagar US$ 17 por ação, ou US$ 6,7 bilhões pela empresa, que já tinha sido rejeitado por ela.

Na quarta-feira (24/10), a BEA havia se mostrado disposta a negociar com potenciais compradores, incluindo Oracle, se eles estivessem dispostos a pagar até US$ 21 por ação, o que totalizaria US$ 8,2 bilhões. A Oracle, em comunicado enviado ao conselho de administração da empresa na quinta-feira (25/10), também rejeitou a contra-oferta.

O prazo dado para que a BEA respondesse expirou às 17h, horário da Costa Oeste dos EUA, deste domingo (28/10). Como a empresa não se pronunciou, significa que houve a recusa da proposta.

Em comunicado no domingo, a Oracle disse que os acionistas da BEA não devem esperar por uma nova oferta. E foi além, ao dizer que com o passar do tempo muitas coisas podem mudar. ?Os negócios da BEA podem enfraquecer mais à frente, o mercado de ações pode cair em relação aos patamares atuais e a Oracle pode empenhar capital em algum outro lugar", diz nota.

A Oracle também instigou os acionistas a se movimentarem contra o conselho de diretores da BEA. "Se os acionistas de BEA estão infelizes com o comportamento do board da BEA, que depende desses acionistas, não é a Oracle que deve adotar a ação apropriada", finalizou o comunicado. O porta-voz de BEA recusou comentar a nota, segundo o The Wall Street Journal.

O principal acionista da BEA, Carl Icahn, no entanto, se manisfestou. Ele exigiu que o conselho permitisse a manifestação dos acionistas sobre a proposta e também acusou o conselho de tentar "encontrar formas de driblar a venda" e manter o controle da companhia. Icahn, que possui 13,2% de participação no capital acionário da BEA, vem pressionando para que a empresa seja vendida. Para ele, a consolidação pela qual passa o setor pode colocar fornecedores como BEA numa situação de desvantagem, e isso pode prejudicar gravemente valor dos papéis dos acionistas.

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