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Vendas de tablets superam 1,2 milhão no Brasil, mas expansão deve se estabilizar

Postado em: 31/10/2014, às 14:00 por Redação

As vendas de tablets no Brasil registram crescimento significativo no mês de julho e uma ligeira queda agosto deste ano, na comparação com os mesmos meses de 2013, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 31, pela empresa de pesquisa de mercado IDC Brasil.

De acordo com a consultoria, foram vendidos no país 612 mil tablets em julho, um aumento de 17% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Já em agosto, segundo o estudo da IDC intitulado "Tablets Monthly Tracker", cerca de 642 mil aparelhos foram comercializados, o que corresponde a uma pequena queda de 3% na comparação com agosto de 2013.

Ainda segundo o levantamento, dos cerca de 1,2 milhão de tablets vendidos entre julho e agosto, 96% foram para o consumidor final e 4% para o mercado corporativo. Além disso, 96% tinham o Android, do Google, como sistema operacional.

Os números refletem o cenário do mercado mundial, em que os tablets enfrentam uma série de problemas que vêm prejudicando as vendas. O primeiro deles é a redução no ritmo de substituição de PCs por tablets, bem como dos próprios tablets, cujos ciclos de substituição devem ficar mais próximos dos PCs do que dos smartphones. E mesmo a substituição de notebooks por tablets registrou queda neste ano. Além disso, o mercado ainda está sendo impactado pela ascensão de smartphones de tela grande, mais sofisticados, muito parecidos com tablets.

Para Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil, o grande momento dos tablets já passou. A tendência agora é o produto se estabelecer no mercado e não apresentar crescimento de vendas como os registrados em períodos anteriores. "Tivemos um momento em que o tablet era uma verdadeira febre, com uma enxurrada de lançamentos, alguns até de baixa qualidade o que gerou certa decepção e desconfiança para os consumidores. Muitos desistiram de uma segunda compra", diz.

Segundo o analista da IDC Brasil, no caso específico do Brasil, "o fim da aquisição de tablets para projetos do governo e a crescente concorrência com os phablets também impactaram diretamente os números de julho e agosto".

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