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RFID se reinventa na era do varejo digital

Postado em: 21/03/2017, às 15:44 por Redação

Dados de uma nova pesquisa feita pela Juniper Research mostram que os varejistas conectarão 12,5 bilhões de ativos empresariais, como produtos de prateleira, digital signage e araras de roupas bluetooth, às plataformas IoT (internet das coisas) até 2021. Esse número deverá aumentar de 2,7 bilhões de 2016, representando um aumento de 350%.

Segundo a Juniper, o RFID (identificação por radiofreqüência) reaparecerá como o "aplicativo matador" da indústria, tornando-se o fator-chave no ecossistema de varejo do IoT. As etiquetas RFID, usadas para identificar e localizar ativos de varejo em tempo real, estão agora em um ponto de preço suficientemente baixo para implantação em massa e se integram aos novos sistemas e análises de IoT. Novos serviços, como preços dinâmicos ou ativação de ofertas promocionais via sinais digitais na loja também estão prontos para o crescimento.

A pesquisa "IoT in Retail: Strategies for Customer Experience, Engagement & Optimization 2017-2021" aponta que processos de "próxima geração", como o varejo personalizado, poderiam ser alcançados integrando software corporativo e tecnologias emergentes, com dados de IoT conectados. A Juniper prevê que os gastos com software para sistemas de planejamento de recursos empresariais, para integrar esses dados, chegariam a US$ 11,3 bilhões anuais em 2021, de US$ 1,5 bilhão em 2017.

"Varejistas inovadores como Rebecca Minkoff combinaram RFID com espelhos inteligentes", explicou o autor da pesquisa, Steffen Sorrell. "Integrar esses sistemas permite que informações em tempo real melhorem a experiência da loja e unam mundos físicos e virtuais – neste caso, o conceito gerou um aumento de 200% nas vendas".

A Juniper aconselha que cada abordagem de varejistas para IoT deve ser diferente dependendo do foco do seu canal principal. O estudo argumenta que espaços de varejo físicos ainda têm muitos benefícios e, por isso, o foco do e-commerce seria em tecnologias como a aprendizagem de máquinas para fornecer serviços digitais de assistência ou gerenciamento. Neste último caso, medições como experiência do usuário, desempenho de TI e resultado de negócios são analisadas holisticamente para determinar as melhorias necessárias.

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