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Plano Nacional de IoT deve ficar pronto em março e vai priorizar formação de mão de obra

Postado em: 22/11/2016, às 18:49 por Redação

A formação de mão de obra especializada é uma das prioridades do Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT), que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações está preparando. A afirmação foi feita nesta terça-feira, 22, pelo diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital, José Gontijo, durante o 60º Painel Telebrasil, em Brasília (DF). "É preciso mudar o perfil do trabalhador brasileiro, para que ele esteja preparado para as mudanças que vêm por aí", disse Gontijo.

Segundo ele, a construção do plano envolve um amplo debate com todos os atores, além de uma convergência com outros países. "Estamos trabalhando para garantir um ecossistema favorável ao desenvolvimento e à implantação de soluções de IoT no Brasil." A expectativa, diz Gontijo, é de que enfim o plano saia em março do ano que vem.

Outra discussão relevante para a elaboração do Plano Nacional de IoT, de acordo com Gontijo, é a definição clara do papel do Estado em cada etapa do processo. "Precisamos saber onde o Estado precisa atuar e onde ele não deve atuar, porque o mercado é autossuficiente em muitos aspectos", explicou.

Gontijo também defendeu a participação efetiva de centros de excelência, que "batam na porta" de produtores de diversas áreas para vender soluções tecnológicas. "É importante induzir a adoção dessas inovações, não basta elas estarem disponíveis", enfatizou.

De acordo com o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital, as novas plataformas digitais terão grande demanda dos mais variados setores, "inclusive daqueles que ainda não sabem disso". A ideia, acrescentou, que o plano seja um documento aberto, em constante revisão. "Qualquer política pública engessada está fadada ao fracasso – até porque o mercado não é engessado", concluiu.

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1 Comentário

  1. José Antonio STIVANIN disse:

    O Estado deve exercer somente a função de regulador e fomentador e deixar a execução para as empresas e universidades.
    Quanto mais espaço o Estado ocupa, menos iniciativa e desenvolvimento as empresas tomam para si. Quanto maior o Estado, menor é o Cidadão.

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