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Como garantir a segurança de documentos trafegados eletronicamente

Postado em: 23/11/2015, às 13:00 por Gustavo C. Lima

Tempo é dinheiro. Esta sabedoria milenar está sendo levada ao extremo por empresas que utilizam recursos como WhatsApp, Facebook, vídeo conferência e o habitual e-mail para comunicar-se com clientes, colaboradores e parceiros. É impressionante o número de ferramentas que agilizam esses negócios.

Além desses recursos, as empresas precisam estar atentas e atualizadas com o que está acontecendo ao seu redor, principalmente quando se trata de inovações tecnológicas, que influenciam diretamente os seus negócios.

A busca por inovações e as constantes transformações é que fazem as empresas se diferenciarem de seus concorrentes, seja fornecendo um novo tipo de produto, solução ou aplicação. Porém, um fator importante que vem preocupando muito o mercado é a falta de segurança na troca de dados sigilosos.

Perante este cenário, como os executivos podem assegurar e garantir a proteção dos seus negócios, sem perder a agilidade e velocidade nos processos internos e ao mesmo tempo, diminuir os custos, aumentar os lucros, interferindo diretamente nos resultados finais das empresas?

A resposta é simples, tangível e já está disponível no mercado.  A gestão de documentos, o seu workflow – capacidade de adicionar pessoas, proporcionando limites e alçadas – somados a criptografia tornam os documentos trafegados eletronicamente uma solução prática e factível para os mais diferentes nichos de mercado, que permite que as informações sejam codificadas, evitando que outras pessoas as acessem indevidamente.

A gestão de assinatura digital garante esta segurança para os negócios, na qual o documento é assinado por meio de uma plataforma 100% segura, fácil, ágil, e acima de tudo criptografada, em conformidade com a legislação brasileira, incluindo a Medida Provisória 2200-2/2001. Estimativas apontam que este novo mercado é avaliado em mais de R$ 6.3 bilhões de reais/ano.

As empresas utilizam dessa tecnologia para firmar um documento eletronicamente, ou seja, ao invés do contrato ser assinado em um ambiente físico, essa inovação permite que seja feita a migração para o meio eletrônico. O objetivo final é sempre garantir a autenticidade do documento, que é composta por três elementos fundamentais: comprovação da integridade do documento assinado, identificação e autenticação do autor da assinatura.

Com essa inovação, os documentos estão salvos de qualquer tipo de violação, proporcionando segurança e praticidade, visando sempre a eficiência dos processos. Por este motivo, e daqui alguns anos, essa será uma tendência e quem não aderir vai ficar para trás de muitas corporações, que já utilizam a assinatura digital e já conseguem identificar um aumento nos lucros, além da otimização do tempo.

Gustavo C. Lima, CMO da Clicksign.

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