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A importância do GIS na transformação digital

Postado em: 21/07/2016, às 20:08 por Felipe Seabra

Internet das coisas, sistemas cognitivos e realidade virtual são exemplos de novos elementos derivados de uma evolução tecnológica que se tornou exponencial nas últimas décadas e que começa a fazer parte do nosso dia-a-dia, na mesma proporção que os aplicativos para dispositivos móveis já fazem. Quando o iPhone foi lançado em 2008, não existia a Apple Store, mas havia um desejo enorme por parte dos desenvolvedores e clientes de que a Apple permitisse a criação de aplicativos por terceiros.

Hoje são mais de 2 milhões de apps disponíveis que revolucionaram a maneira de nos comunicar, de ouvir música, de pagar as contas, de pedir comida ou de solicitar um serviço de táxi tão vantajoso que pode até substituir a compra tradicional de veículos. Qualquer pessoa com um smartphone carrega um volume incrível de dados: fotos, vídeos, músicas, perfil em redes sociais, compras em lojas de e-commerce, publicações em Facebook, Twitter e muito mais.

Todo esse volume de dados cresce infinitamente e uma vez estruturado se torna útil para as empresas repensarem suas estratégias de atuação. O Big Data ganha ainda mais relevância quando incluímos o monitoramento e a coleta de dados não só das pessoas, mas também de objetos como eletrodomésticos, máquinas, veículos e até mesmo roupas. A Internet das Coisas (IoT) ultrapassa a barreira das pessoas e das comunidades para integrar diversos tipos de dispositivos inteligentes que interagem entre si e conosco.

A ideia é que, cada vez mais, o mundo físico e o digital se tornem um só e que o volume de dados digitais atinja um volume superior aos 44 trilhões de gigabytes, até o ano de 2020, segundo o IDC Financial Insights. Esse fator está diretamente relacionado a mais uma estimativa do IDC, que revela que 60% dos investimentos das organizações nos próximos quatro anos estão direcionados para a Transformação Digital.

Para as empresas e gestores públicos, fazer parte dessa nova economia digital é mais do que uma tendência, é uma questão de sobrevivência. Nos dias de hoje as organizações podem alcançar, impactar e vender produtos para 2,5 bilhões de pessoas, atingindo até 7 bilhões em 2017, isso mesmo: praticamente todo o planeta Terra pode ser impactado digitalmente por uma organização através da Internet da Computação em Nuvem. Isso significa que mais de 4 bilhões de consumidores virtuais chegarão ao mercado nos próximos anos.

Estamos diante de transformações digitais que abrirão oportunidades para quem estiver preparado. A ordem do dia é saber transformar em conhecimento esse volume crescente de dados gerados por clientes, prospects, eleitores e "coisas". Por sua vez, conhecimento é aplicado na evolução dos modelos de negócios para obter melhores experiências dos consumidores e geração de vantagens competitivas frente à concorrência. Para o mundo corporativo, essa é a verdadeira Transformação Digital.

Esse cenário nos modelos de negócios é tão promissor quanto desafiador. Segundo estimativas do Gartner, apenas 30% dos esforços de transformação digital conduzidos pelas organizações até 2017 atingirão o sucesso esperado. Cientes desse desafio, 75% das maiores empresas segundo a revista Fortune, já estão fazendo uso de uma plataforma tecnológica que integra sistemas corporativos, por meio de um ponto em comum: a localização. Essa plataforma possui a capacidade de transformar um grande volume de dados em conhecimento, encontrando padrões antes mesmo dos trabalhos de análise.

Estamos falando dos Sistemas de Informações Geográficas (GIS), que assim como o Big Data existem há décadas, mas que agora atingiram um patamar de inteligência extraordinário. De acordo com grandes especialistas deste mercado, o GIS é a resposta para a verdadeira transformação digital, pois possui o poder de unir, integrar e gerenciar os dados, nos levando a uma abstração que pode ser compreendida e visualizada por todos.

Na prática, os líderes empresariais que possuem o poder de mudar os processos tecnológicos nas empresas e governos onde atuam, contam com o GIS no uso e criação de aplicativos de escritório e de campo; na visualização de informações atualizadas em tempo real em painéis de controle que integram gráficos, mapas e análises espaciais avançadas; assim como na publicação e compartilhamento de informações por meio de apps e portais web. Tudo de maneira integrada com dados e sistemas corporativos existentes e nível de acesso à informação definido pelo perfil de cada usuário. A boa notícia é que não estamos tratando de meses ou anos de integração e desenvolvimento, mas sim de começar agora com tudo o que está pronto e que vem evoluindo há mais de 50 anos, de maneira exponencial.

Felipe Seabra, especialista em Marketing da Imagem.

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1 Comentário

  1. Artigo muito esclarecedor, Felipe! Realmente estamos diante de uma revolução tecnológica que transformará não apenas as nossas vidas, mas também a forma com que as empresas entendem e fazem negócios. Conhecimento, preparação e, principalmente, ferramentas adequadas serão o diferencial necessário a qualquer empresa. Estejamos prontos!

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