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Voluntários das Olimpíadas de Londres têm regras para uso de redes sociais

Postado em: 11/01/2012, às 07:30 por Ana Lúcia Moura Fé

O London Organising Committee, que organiza os Jogos Olímpicos de Londres, que ocorrerão entre 27 de julho e 12 de agosto deste ano, emitiu diretrizes que regem o uso de mídia social por parte dos voluntários que ajudarão na realização do evento. A competição deverá contar com cerca de 70 mil voluntários não remunerados.

O objetivo das regras é garantir a segurança durante a competição e proteger os interesses comerciais dos patrocinadores. De acordo com o comitê, os voluntários podem "retuitar" ou republicar as postagens da equipe oficial de mídia do evento, a quem caberá o controle centralizado de todo o conteúdo gerado nos jogos.

De outra parte, eles estão proibidos de divulgar qualquer informação sobre as suas próprias funções e localização, assim como informações sobre atletas, celebridades ou autoridades visitantes. A proibição envolve postagem de imagens, vídeos ou declarações sobre pessoas VIP que eventualmente visitem os atletas nos bastidores dos jogos. Mesmo fotos dessas áreas estarão proibidas. Os voluntários também deverão evitar discussões online sobre o jogos.

Quanto aos atletas, o Comitê Olímpico Internacional (COI) quer incentivá-los a "postar, blogar ou tuitar" suas experiências nas competições, mas com restrições. A linguagem, por exemplo, deve estar sempre na primeira pessoa. Eles não devem assumir a função de jornalistas e não podem usar as redes, incluindo blogs pessoais, para publicidade, venda de produtos ou compartilhamento de vídeos dos locais olímpicos. A restrição se estende a participantes e outras pessoas credenciadas.

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1 Comentário

  1. Carlos disse:

    Não é somente censura, mas desespero dos comitês, corporações, redes, e outros cartéis, que não sabem mais o que fazer para sustentar os "interesses comerciais dos patrocinadores". Enfiam goela abaixo, ou cérebro adentro, seus produtos que na maior parte não têm valor algum para agregar. Se retirarmos deles o fator exclusividade e poder sobre a informação eles não terão nada para vender.
    Viva a liberdade de expressão em toda a sua extensão!

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